Volkswagen Autoeuropa lamenta degradação da estrada do parque industrial

A queixa pública foi partilhada por responsáveis da Volkswagen Autoeuropa na rede social do Linkdin, com fotos que demonstram o estado das estradas que servem de acesso a esta empresa sedeada em Palmela.

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A queixa pública foi partilhada por responsáveis da Volkswagen Autoeuropa na rede social do Linkdin, com fotos que demonstram o estado das estradas que servem de acesso a esta empresa sedeada em Palmela.

«Somos servidos por estradas que ameaçam pessoas e bens

Somos o maior investimento estrangeiro em Portugal, o segundo maior exportador e a sexta maior empresa portuguesa. E somos servidos por estradas que ameaçam a segurança de pessoas e bens. A atratividade de Portugal não depende apenas de uma boa imagem no exterior. A que projetamos internamente é tão ou mais importante.»

Quem circula naquela via já está habituado a deparar-se com buracos que se enchem de água quando chove, e abatimentos da via, devido aos veículos pesados que ali circulam e que colocam em risco diário os utilizadores.

À publicação ‘Razão Automóvel’, João Delgado, responsável pela comunicação e relações institucionais da Volkswagen Autoeuropa, afirmou que os responsáveis da fábrica têm “feito todos os esforços para resolver esta situação junto da entidade responsável, a Câmara Municipal de Palmela, porém sem sucesso apesar das boas relações institucionais que mantemos».

Já ao Jornal Concelho de Palmela Álvaro Amaro referiu que a autarquia “já investiu 100 mil euros em obras de requalificação naquela via e até ao fim deste ano estão previstas mais obras que podem ascender aos 400 mil euros”.

A 25 de Junho de 2019 o presidente da autarquia, Álvaro Amaro, anunciava o lançamento de um concurso público para a reparação da estrada de acesso ao Parque Industrial da Autoeuropa, numa altura em que as Comissões de Trabalhadores apresentavam comunicados onde se queixavam deste problema.

«Lançámos hoje [segunda-feira passada] o concurso na plataforma dos concursos públicos, no valor de 94 mil euros, acrescidos de IVA», confirmava à agência Lusa Álvaro Amaro, assegurando que «o município está a trabalhar no sentido de resolver o problema desde há alguns meses».

A demora teria ficado a dever-se à necessidade de avaliação «dos detritos da sub-base do pavimento da estrada, para aferir se eram apenas resíduos industriais ou resíduos perigosos», com o presidente a adiantar que «as análises efectuadas revelaram que os resíduos utilizados naquela estrada não são considerados perigosos».

 

1 COMENTÁRIO

  1. Se for tão bem reparada como ficou a Avenida António Xavier de Lima (Qt. do Conde), mais vale ficar como está.
    Uma estrada nova, mais estreita, cheia de remendos, covas e sem condições para veículos de emergência passarem.
    Um dia estava la parado com fila em ambos os lados e uma ambulância não conseguia passar, passeios de 20cm ninguém consegue se desviar para nada.

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