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‘Viu alguma alforreca’?

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O GelAvista é um programa de ciência cidadã, responsável pela monitorização de organismos gelatinosos na costa portuguesa, e que conta anualmente com a colaboração dos municípios costeiros para o promover junto da população portuguesa.

Com o intuito de dar continuidade a esta ação, o GelAvista partilhou com as câmaras municipais, responsáveis pela manutenção e vigilância das zonas balneares de todo o país, os posters de divulgação de 2020 de modo a disponibilizar a informação para consulta durante a época balnear.

Estes devem ser afixados pelos responsáveis próximo das zonas balneares, portos de recreio e/ou marinas de cada município de Portugal Continental e das regiões autónomas da Madeira e dos Açores, informação sobre como participar no programa e o que fazer em caso de contacto direto com as espécies urticantes que ocorrem em cada região.

A recente aplicação GelAvista (disponível para sistemas Android e iOS), também mencionada nos posters, permite consultar informação mais detalhada sobre cada espécie que ocorre em Portugal e disponibiliza um mapa com as mais recentes ocorrências.

Esta ferramenta tem como objetivo o envio e o registo de avistamentos, que ficam visíveis no mapa logo após validação, permitindo aos utilizadores consultar e contribuir para o conhecimento científico das medusas em Portugal.

O GelAvista pretende envolver os cidadãos na ciência, educar e alertar para a ocorrência destes organismos, obtendo informação vital necessária para o estudo dos ecossistemas marinhos.

Reconhecer as espécies urticantes que ocorrem na costa portuguesa, como a caravela-portuguesa (Physalia physalis) e a água-viva (Pelagia noctiluca) é muito importante para prevenir queimaduras graves durante a prática balnear. A saber, em caso de contacto direto com os tentáculos da caravela-portuguesa, deve ser aplicado vinagre e compressas quentes, enquanto para qualquer outra espécie urticante, deve ser aplicado gelo e se possível bicarbonato de sódio.

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