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Ventura e Chega continuam a não cumprir regras da DGS

DGS afirma que foram feitas todas as recomendações aos partidos políticos, mas não se sabe que recomendações são essas.

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Os comícios que o partido de André Ventura, Chega, está a fazer um pouco por todo o território nacional, estão a ser alvo de criticas por parte das autoridades de saúde nacionais. Mesas corridas sem qualquer distanciamento social, militantes e simpatizantes sem máscaras, pessoas próximas umas das outras, abraços e beijos, tudo é visto nos jantares-comício do Chega, como se não existisse qualquer pandemia em Portugal.

Mesmo assim o líder do partido, André Ventura, assegura que tudo está a ser cumprido com as regras da Direção-Geral da Saúde impostas ao partido, o líder diz que existe desinfetante nos locais, medição de temperatura à entrada dos eventos, mas em Leiria nada se conseguiu ver no que respeita ao distanciamento social, um jantar que ficou ainda marcado com a polémica da atuação do cantor Olavo Bilac, em que mais de 400 pessoas sentaram-se em 14 mesas corridas de 30 lugares cada uma, como avança a edição online do Expresso de hoje.

As fotografias e vídeos do evento foram difundidas nas redes sociais e é visível continuarmos a ver que não existe distanciamento social, os abraços e beijos continuam a ser uma marca nos jantares-comício de André Ventura que até chega aos locais sem máscara, acompanhando pela mulher e por dirigentes do partido, sem quaisquer distancias sociais.

Também no jantar que o Chega realizou no concelho de Almada, é visível a falta de cumprimento das regras impostas pela DGS, pessoas sentadas em mesas redondas sem máscaras, cumprimentos com abraços e beijos e o líder do partido a chegar ao local sem a máscara que é obrigatória. Neste jantar o partido reuniu na quinta de eventos, 450 pessoas.

Em Loulé, há 15 dias atrás, André Ventura voltou a não respeitar as normas de distanciamento e dirigiu-se a todas as mulheres para oferecer uma flor, sem máscara. Neste comício as mesas redondas estavam preparadas para sentar 10 pessoas em cada uma.

Fonte da polícia disse ao Diário do Distrito que sem qualquer queixa relativamente a ajuntamento de pessoas, nada poderá fazer, pois o País deixou de estar em Estado de Emergência e que neste caso não poderá fiscalizar sem uma queixa apresentada.


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