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TST desmente acusações da CGTP de falta de pagamento de seguro

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“Em altura crucial de pandemia devido ao Covid-19, os Transportes Sul do Tejo, têm parte da sua frota parada devido a falta de pagamento de seguro”, afirmou a Comissão Executiva da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN, num comunicado a que o Diário do Distrito teve acesso.

“Pelos vistos os milhões que estão a receber indemnizações compensatórias pagas por todos nós, ainda não devem chegar, para regularizar os serviços e pôr a frota ao serviço das populações e dos utentes”, atirou a organização.

Com base nestas declarações, a TST, representada pelo Grupo Arriva Internacional, mostrou-se indignada na resposta enviada ao Diário do Distrito ao abrigo do direito ao contraditório.

“Queremos transmitir a total indignação quanto a este tipo de insinuações provocatórias e sem qualquer sentido de verdade e ou pertinência”, disse a empresa ao nosso jornal, acrescentando que “as práticas e as exigências em termos de regras de conduta são a máxima da sua gestão, e que tais afirmações são atentatórias e motivo para exigir responsabilidades”.

A TST esclarece que “está a operar de acordo com a solicitação de oferta por parte da AML servindo os clientes em consonância com o exigido”, sublinhando que o “excesso de liberdade colide com o respeito pelas organizações de serviço público, ficando estas e os seus trabalhadores feridas na sua dignidade”.


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