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Tribunal de Setúbal recebe julgamento cível do ‘Caso Meco’

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O julgamento do processo cível com os pedidos de indeminização das famílias dos seis jovens que morreram na praia do Meco, a 15 de Dezembro de 2013, tem início na terça-feira no Tribunal de Setúbal.

A primeira audiência de julgamento do processo contra João Gouveia e a Universidade Lusófona deverá começar com a tomada de declarações ao réu João Miguel Gouveia, que os familiares dos seis jovens responsabilizam pela tragédia ocorrida em 15 de dezembro de 2013, na praia do Meco, em Sesimbra, no distrito de Setúbal.

Em 2016, as famílias dos seis jovens interpuseram seis ações cíveis contra o ‘dux’ João Gouveia e a COFAC – Cooperativa de Formação e Animação Cultural, CRL (Universidade Lusófona).

Em cada uma das seis petições iniciais (PI) é pedida uma indemnização de cerca de 225 mil euros, o que perfaz um valor global que ronda um milhão e 350 mil euros.

Nas PI, a defesa das famílias dos jovens sustenta que, “além da intervenção dos réus nos factos, estão em causa o funcionamento da organização denominada COPA [Comissão Oficial de Praxes Académicas] no seio da ULHT [Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias], atividades praxistas levadas a cabo ao longo dos anos” e atividades praxistas desenvolvidas por João Gouveia durante o fim de semana de 13 e 14 de dezembro de 2013, assim como “elevados danos sofridos” pelos pais dos jovens.

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