Tribunal de Almada levanta suspensão às dragagens no Sado

O Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada indeferiu o pedido de decretamento provisório das medidas cautelares requeridas pelo movimento SOS Sado, decretando em paralelo o levantamento da suspensão inicial da obra de dragagens

DIÁRIO IMAGEM
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A informação foi dada pelo Movimento SOS Sado na sua página do Facebook, onde indica que «o Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada indeferiu há pouco o pedido de decretamento provisório das medidas cautelares requeridas pelo movimento SOS Sado, decretando em paralelo o levantamento da suspensão inicial da obra de dragagens».

Segundo a nota, o Movimento «está ainda a analisar se esta decisão implica em concreto a possibilidade de início imediato da obra, uma análise preliminar do despacho revela que o Tribunal terá tido em conta o indeferimento das anteriores acções populares interpostas por este movimento, que em tudo são diferentes do processo actual e cujo indeferimento se deveu a razões técnicas de representatividade».

Para o SOS Sado «esta é, tal como a suspensão inicialmente decretada, uma decisão reversível. Não concordamos com a interpretação do Tribunal, mas respeitamos a sua decisão, na certeza de continuar a pugnar para que a Justiça portuguesa valorize a perspectiva de quem defende o património natural do país de forma desinteressada.

Não deixamos, no entanto, de reafirmar o risco de arranque da obra a qualquer momento, pelo que apelamos às cidadãs e cidadãos que continuem a mobilizar-se na defesa do estuário do Sado.»

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