Tribunal de Almada condenou a sete anos de prisão homem que burlou casal com venda de casa

O Juízo Central Criminal de Almada condenou um arguido pela prática de 1 crime de burla agravada e de 3 crimes de falsificação numa pena única de 7 anos e 6 meses de prisão, por falsa venda de casas.

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O Juízo Central Criminal de Almada condenou um arguido pela prática de 1 crime de burla agravada e de 3 crimes de falsificação numa pena única de 7 anos e 6 meses de prisão, tendo também em conta o carácter reincidente do arguido.

O homem fez-se passar por um quadro privilegiado do Banco Invest S.A. e convenceu um casal de comerciantes que queriam comprar um imóvel para a filha, de que a instituição bancária para a qual dizia trabalhar tinha casas em leilão a preço vantajoso, e conseguiu que estes lhe entregassem 190 mil euros.

Para dar consistência ao suposto negócio e, por forma a justificar os adiamentos sucessivos da escritura, o arguido forjou e foi apresentando documentos falsamente emitidos pelo banco, pelo notário e, até, pelo Tribunal Administrativo, simulando burocracias dilatórias.

A investigação foi dirigida pelo Ministério Público do DIAP de Almada, com a coadjuvação da Polícia Judiciária de Setúbal.

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