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Tribunal Colectivo vai julgar assaltos a farmácias em Almada e Seixal

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O Ministério Público de Almada deduziu acusação, para julgamento perante tribunal coletivo, contra quatro arguidos.

Segundo nota do Ministério Público, três destes arguidos foram acusados da prática, em coautoria e em concurso efetivo, de dez crimes de roubo agravado, seis crimes de roubo simples, treze crimes de sequestro e um crime de detenção de arma proibida.

O quarto arguido está indiciado da prática de um crime de tráfico de armas.

De acordo com a acusação, os três primeiros arguidos, no período compreendido entre 22 de dezembro de 2019 e finais do mês de fevereiro de 2020, deslocaram-se a várias farmácias instaladas nos concelhos de Almada e Seixal, abordarem os funcionários que ali laboravam, exigindo as quantias monetárias que tivessem em caixa ou no cofre.

A abordagem era feita por vezes com recurso à força física e mediante a exibição de uma arma de fogo fornecida quarto arguido.

Em algumas ocasiões, as pessoas que se encontrassem nessas farmácias eram trancadas numa divisão, por forma a evitar qualquer oposição à retirada do dinheiro e subsequente fuga dos agressores.

A investigação foi dirigida pelo Ministério Público de Almada do DIAP da Comarca de Lisboa, com a coadjuvação da Polícia Judiciária.

Os três primeiros arguidos encontram-se sujeitos à medida de coação de prisão preventiva.

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