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Transportes no distrito de Setúbal divididos entre TST e Nex

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A Comissão Executiva da Área Metropolitana de Lisboa (AML) já adjudicou os quatro lotes em que foi dividida a concessão do transporte rodoviário de passageiros na AML às empresas que tinham apresentado aquelas que foram consideradas as melhores propostas, a Scotturb, Rodoviária de Lisboa, Transportes Sul do Tejo e Nex Continental Holdings.

A TST trunfou no Lote 3, que serve os concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra, e intermunicipais de ligação ao Barreiro e Lisboa.

A Nex Continental Holdings (grupo National Express, em consórcio com a a Transvia e a Empresa de Transporte Luísa Todi) ficou com o Lote 4, que integra os concelhos de Alcochete, Moita, Montijo, Palmela e Setúbal, e intermunicipais de ligação ao Barreiro e Lisboa.

A Scotturb (em consórcio com a Vialagus) garantiu o Lote 1, que contempla os concelhos de Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra, e intermunicipais de ligação a Lisboa e Cascais.

A Rodoviária de Lisboa fica com o Lote 2, que integra os concelhos de Mafra, Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira, e intermunicipais de ligação a Lisboa.

A AML destacou a reduzida idade média da frota, inferior a um ano em todos os casos, logo no início do contrato, e inferior a quatro anos, no quinto ano de atividade.

Estes valores estão muito abaixo dos máximos  previstos no caderno de encargos (oito anos no início do contrato, e seis anos no quinto ano de atividade), e contrastam com os mais de 13 anos de idade média da frota em operação.

Agora vai iniciar-se o (longo) processo administrativo até à obtenção do visto prévio do Tribunal de Contas, prevendo a AML que os novos serviços rodoviários comecem a operar no final de 2021.

O concurso foi lançado pela AML em Fevereiro desde ano e as concessões terão um prazo de sete anos.

A nova rede será  desenhada de raiz e contempla cerca de 600 linhas rodoviárias, com uma oferta de cerca de 88 milhões de veíc.km/ano, o que representará um aumento de cerca de 40% face à actualidade.

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