Barreiro

Trabalhadores da Eurest protestaram contra a Transtejo e Soflusa

O terminal fluvial do Barreiro presenciou hoje um protesto de 30 trabalhadores da Eurest contra a Transtejo e Soflusa.

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O terminal fluvial do Barreiro presenciou hoje um protesto de 30 trabalhadores da Eurest contra a Transtejo e Soflusa, devido à demora da retoma do serviço, suspenso desde 16 de março.

O protesto não acontece contra a empresa Eurest, mas sim contra a Transtejo e Soflusa porque não dão autorização para que os bares dos barcos abram e os funcionários estão sem posto de trabalho“, disse à Lusa Fernanda Moreira, do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul.

A empresa conseguiu manter os salários dos trabalhadores, mas não sabe até quando vai aguentar. “A Eurest está à espera da autorização para abrir os bares, uma vez que está tudo a funcionar. Os trabalhadores não percebem porque é que só ali não deixam abrir e trabalhar, dentro de todas as condições de segurança”, referiu Fernanda Moreira.

Transtejo e Soflusa respondeu, dizendo que não mantém “qualquer vinculo laboral com os trabalhadores da concessionária”, explicando ainda que uma das principais medidas de prevenção contra o vírus é o uso da máscara, que “não deve ser retirada durante toda a viagem, sob pretexto nenhum”.

A empresa refere que por estas razões, “comer ou beber é, naturalmente, incompatível com esta medida de segurança que visa a mitigação da propagação da doença. Neste sentido, não se encontram, assim, reunidas as condições de segurança para a reabertura dos bares a bordo dos navios“.

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