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‘Todos ficam a ganhar com a intervenção da CDU no poder local’

Jerónimo de Sousa esteve de visita ao Pinhal Novo.

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O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, esteve hoje no Pinhal Novo, numa apresentação do candidato à Junta de Freguesia daquela freguesia, Carlos Almeida, no Jardim José Maria dos Santos, “palco privilegiado de muitos acontecimentos no percurso de desenvolvimento desta terra”, conforme descreveu Álvaro Amaro, presidente da autarquia e candidato.

A iniciativa contou com a apresentação de Ana Teresa Vicente, que se recandidata à Assembleia Municipal de Palmela, e foi animada pelos ‘Bardoada’ e pela Orquestra Nova de Guitarras.

A primeira intervenção coube a Carlos Almeida, que se candidata à Junta de Freguesia de Pinhal Novo, confirmando que “esta é uma batalha que fazemos com confiança e uma enorme alegria, porque a candidatura da CDU não teme comparações”, e deixando um apelo à necessidade “de conquistar mais votos”.

Também presente esteve Afonso Luz, membro do Conselho Nacional de ‘Os Verdes’, explanando várias das iniciativas levadas a cabo pela autarquia palmelense no campo do ambiente.

“A CDU é um encontro de várias convergências, de vários agentes políticos, mas com um ideal igual. E todos estes candidatos são pessoas com vastos currículos profissionais e políticos, indicados para servir a população da melhor forma, e exemplo disso é a governação ao longo de todos estes anos que deixou uma marca de enorme desenvolvimento.”

Álvaro Amaro optou por vincar “as opções políticas determinantes desta governação, porque não é a paixão passageira que nos move, mas sim o trabalho a longo prazo em prol das populações, feita no contacto directo todos os dias.

Esta campanha que agora começa é feita de forma tranquila, mas com toda a confiança porque temos todo esse trabalho que nos define, não aparecemos apenas de quatro em quatro anos.”

O actual presidente da Câmara Municipal criticou ainda “certas oposições que agora se preocupam com a questão da saúde, e andam por aí a dar a entender que é a Câmara Municipal que não faz, que não contrata, quando sabem perfeitamente que isso pertence à Administração Central.”

O momento mais esperado pelas cerca de 70 pessoas na Praça da Independência foi a intervenção de Jerónimo de Sousa, que relembrou “a identidade ferroviária de Pinhal Novo, onde muitos trabalhara pelos dos direitos de todos os trabalhadores” e deixou “uma palavra para Álvaro Amaro e Ana Teresa Vicente que mais uma vez assumem a candidatura à Câmara Municipal e à Assembleia Municipal, num concelho onde o trabalho do PCP/CDU tem vindo a ser desenvolvido desde as primeiras eleições autárquicas”.

O secretário-geral comunista frisou “o serviço feito pela população nestes anos, mas também a valorização dos trabalhadores da autarquia, sendo que das 24 autarquias CDU no país, em todas foi já aplicado o suplemento especial de salubridade, o mesmo não podemos dizer das restantes autarquias”.

Também Jerónimo de Sousa abordou a questão da saúde e o ataque que “decorria antes da pandemia tremenda que vivemos, altura em que falavam na sua privatização, mas durante esta foram os profissionais de saúde do SNS quem salvou milhares de vidas. Onde estiveram nessa altura os privados?

E quando batiam palmas a esses profissionais, o mérito do Governo devia ser o do reconhecimento nas carreiras e os aumentos salariais, em vez de mais palmas.”

DD / Magda Costa

O apelo ao voto foi outro tópico no discurso, invocando “a que todos sejam agentes da candidatura da CDU, e digam ao amigo, ao vizinho, ao familiar para votar na CDU, porque é importante vencermos com mais votos, mas também porque todos ficam a ganhar com a intervenção da CDU no poder local, na defesa dos trabalhadores e da população”.

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Acerca da governação nacional, Jerónimo de Sousa apontou os vários projectos-lei apresentados na Assembleia da República, “na defesa da qualidade de vida, porque não há futuro com baixos salários e pobreza” e deixou um recado ao Governo.

“O PS tem uma nova oportunidade para dizer ao que vem: ou vai para os braços do patronato e da direita, ou para o lado dos trabalhadores”.

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