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Opinião

THE GREAT RESET

Uma crónica de Bruno Fialho.

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O The Great Reset ou em português, a Grande Redefinição da economia global, não é um título de uma obra escrita pelo americano F. Scott Fitzgerald, é uma iniciativa criada pelo Príncipe de Gales, Charles Philip Arthur George, herdeiro do trono britânico, ex-marido de Diana, princesa de Gales, e filho mais velho da rainha Elizabeth II do Reino Unido, que em Portugal é mais conhecida por Isabel II.

O The Great Reset surgiu em junho de 2020,  quando o príncipe de Gales e Klaus Schwab, presidente executivo do Fórum Económico Mundial (WEF), que se realiza anualmente numa estância de esqui, em Davos, na Suíça, lançaram uma iniciativa para que a pandemia fosse vista como uma oportunidade para recuperarmos o mundo.

O que o príncipe Carlos pensou com o The Great Reset deve ser algo parecido com o que disse a ex-ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, quando em 5 de Fevereiro de 2020 afirmou que: “o Coronavírus pode ter consequências positivas para Portugal”.

Provavelmente a ex-ministra estava a prever a maioria absoluta do Partido Socialista, que, nos próximos anos, irá garantir sustento para si e, com certeza, para mais alguns familiares, como é característica desse partido.

O príncipe Charles até fez um vídeo onde afirma que “temos uma oportunidade incrível de criar indústrias sustentáveis inteiramente novas” e “a hora de agir é agora.”

Mas, isto não foi a única coisa que o príncipe de Gales, apoiado pelo amigo Klaus Schwab, defendeu, também disse que “a pandemia representa uma rara, mas estreita janela de oportunidade para refletir, re-imaginar e redefinir nosso mundo para criar um futuro mais saudável, mais justo e mais próspero”.

Parece-me que para a elite mundial dos ricos e poderosos que anualmente estão presentes no Fórum Económico Mundial (WEF), em Davos, as pessoas não contam para nada, pois são as suas ideias que irão transformar a economia global, para conseguirem introduzir uma série de políticas socialistas/comunistas e ambientais destinadas a sacrificar a população mundial para que eles concretizem o objectivo final, que é a criação de um governo mundial totalitário, dirigido pelos “escolhidos”.

Relembro que, em setembro de 2020, o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau, numa reunião na ONU, também disse que a pandemia oferecia uma “oportunidade para um reset”…

O que governantes como Justin Trudeau defendem é a tal ditadura mundial, acabar com a propriedade individual e com a ideia de espírito crítico, exactamente tudo o oposto que fez o mundo ter grandes nações, que prosperaram durante milénios.

Evidentemente que o mundo não é e nunca foi perfeito, tal como não o é o ser-humano, pois estamos em constante aprendizagem. Por exemplo, foi preciso acabar, por decreto ou com recurso à guerra, com a escravatura, com as elites que se consideravam Deuses e que defendiam que os homens não são todos iguais, com a segregação racial, com as perseguições religiosas, etc., para chegarmos a muitas coisas que hoje em dia damos como adquiridas.

Todavia, regredir em tudo aquilo que já conseguimos alcançar até aos dias de hoje é contranatura e vai fazer regressar a tal “classe de iluminados” que foi deposta em vários tempos da nossa história, como por exemplo, na revolução francesa, em 1789, quando a nobreza vivia “à grande e à francesa” e o povo “comia brioches”.

E se durante algumas décadas a “elite mundial” foi obrigada a abrandar os seus intentos, principalmente depois da 2.ª Grande Guerra Mundial, nos últimos 20 anos tudo tem sido feito aos poucos e, para isso, têm tentado convencer-nos do seguinte: A todos e, principalmente, nas escolas às nossas crianças, querem obrigar a acreditar que não existem apenas dois sexos, independentemente de as pessoas terem acesso a avanços científicos que lhes permitem viver com o corpo que quiserem, para que seja a “elite mundial”, apoiada pelo exército das minorias, a ditar como se deve pensar ou viver. Também têm imposto a ideia de que a meritocracia não deve vigorar no acesso ao mercado de trabalho, à educação, à política activa e inclusive às artes, pelo contrário, decretam que devem ser algumas minorias as escolhidas para os lugares disponíveis, seja pela côr da pele, pelo sexo, porque vivem em determinado bairro, pela novidade de mil e um géneros ou até pela altura da pessoa, e essas minorias devem ser incondicionalmente protegidas, independentemente das pessoas em questão não terem qualquer capacidade para estar em determinado lugar ou ocupar uma posição específica.

Todavia, já aqueles que têm alguma deficiência física ou mental ou pessoas que verdadeiramente necessitam de apoio são reiteradamente desprezadas, porque isso não dá “gostos” nas redes sociais ou votos nas urnas, pois, ao contrário dos “outros”, estes são uma verdadeira minoria.

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Porém, esclareço que o The Great Reset não apareceu apenas agora, há décadas que se fala do surgimento de um governo mundial totalitário, mas sob o nome de Nova Ordem Mundial.

Seja o The Great Rest ou a Nova Ordem Mundial, o método para conseguirem um governo totalitário mundial é o mesmo, que é criarem um medo irracional na população para a conseguirem controlar.

Ao longo de duas décadas têm usado o medo das alterações climáticas, que é algo que sempre aconteceu ao longo dos tempos, mas como nem a camada de Ozono ou a Antártida desapareceram, tal como alguns cientistas previram, e o nível das águas do mar está a demorar demasiado tempo a subir para os níveis que também previam, as “elites mundiais” tiveram de arranjar algo que criasse um medo mundial imediato, ou seja, uma pandemia que, ridiculamente, tem uma taxa de mortalidade inferior a 1%.

Quanto às alterações climáticas, para não me começarem a atacar com ofensas irracionais e a dizer que sou negacionista, vou dar exemplos da falta de conhecimento daqueles que se dizem ambientalistas e que têm subsídios de milhões para gastar em coisas inúteis. 

O primeiro ponto é a polémica com os plásticos nos oceanos. Quem fizer o esforço de estudar um pouco mais essa questão, o problema não está nos países desenvolvidos, nem na sua utilização em grande escala pelo mundo, pois, hoje em dia a reciclagem faz parta do nosso dia-a-dia, o problema está bem identificado e estudos comprovam que 90% de todo o lixo plástico nos oceanos vem de apenas 10 rios e que 8 deles são localizados na Ásia (China e India), que é a principal fonte de poluição plástica no mar.

Mas para as elites mundiais e os “meninos que vivem às custas dos papás a fingir que são ambientalistas” tentarem mudar o que a China e a India fazem com os plásticos é mais complicado do que mudar o comportamento das populações que estão presas aos “gostos” das redes sociais e que não tentam averiguar qual é a verdade.

Outra patranha mundial foi a defesa intransigente dos carros elétricos, onde verdadeiros especialistas mundiais arruinaram carreiras ao defender que estes poluíam mais e prejudicam ainda mais o meio-ambiente do que os movidos a GPL, tal como hoje em dia se comprova com a garantia que as baterias de iões de lítio e a produção dos mesmos são mais nocivas para o meio-ambiente.

E onde estão esses ditos ambientalistas agora? Provavelmente numa estância de esqui na Suíça, ou a tomar um chá com a Greta, ou numa ONG,  ou no PAN ou a assessorar algum outro partido político na Assembleia da República, para ficarem bem caladinhos e só aparecerem nas manifestações devidamente aprovadas pelos seus donos.

Infelizmente, ao longo dos tempos o povo tem sido muitas vezes enganado pela “elite mundial” e os poucos que têm coragem para lutar pela verdade da ciência, usualmente, são apelidados de dementes, hereges, fanáticos e outros nomes menos simpáticos, tal como foram: Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, Leonardo da Vinci, Giordano Bruno, Sócrates, Albert Einstein, Charles Darwin, Nikolas Tesla e agora em Portugal a Dra. Margarida de Oliveira e o Dr. Gabriel Branco.

Em Portugal já se viu o resultado do Great Reset: a vitória e maioria absoluta do Partido Socialista, um partido que ataca a classe média, que destrói a justiça e alberga os menos capazes, apoiando incondicionalmente os seus (ex. ministro Eduardo Cabrita e outros) e as respectivas famílias.

Como diria São Tomás de Aquino: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é negá-la”.


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