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TAP | Na mira dos deputados, CEO não esclarece se Alexandra Reis se demitiu ou foi demitida

Na ‘mira’ de praticamente todos os deputados presentes, a presidente executiva da TAP, Christine Oumières-Widener, afirmou esta quarta-feira na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, na Assembleia da República, que a “única razão” para a saída de Alexandra Reis do Conselho de Administração da empresa foram “divergências na execução do plano de reestruturação”.

“Na equipa executiva, é crucial haver um alinhamento relativamente à implementação do plano. Essa foi a única razão para a saída de Alexandra Reis da companhia aérea”, disse a presidente executiva da TAP, que deu o exemplo da decisão de aumentar a oferta para 2022 como um dos pontos de divergência.

“Não fiz nada sem o consentimento dos accionistas”, afirmou ainda Christine Oumières-Widener, que foi sucessivamente acusada pelos deputados de fugir a questões como a demissão de Alexandra Reis – nunca admitiu se esta foi demitida ou se foi a própria a demitir-se -, ou ainda a privatização da companhia aérea nacional.

Por outro lado, quando questionada pelo deputado do PCP, Bruno Dias, sobre quem, do lado do accionista Estado, assinou a autorização por escrito para a indemnização a Alexandra Reis, a CEO da TAP adiantou: “A confirmação foi-me enviada por escrito pelo secretário de estado das Infraestruturas”. Refira-se que na altura o secretário de estado das Infraestruturas era Hugo Mendes, número dois de Pedro Nuno Santos, que se demitiu no decurso desta polémica.


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