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Surto em lar de Alcácer do Sal que provocou 14 mortes foi dado como resolvido

O surto de covid-19 que causou 14 mortos num lar da Misericórdia de Alcácer do Sal (Setúbal) foi dado como “encerrado”.

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O surto de covid-19 que causou 14 mortos num lar da Misericórdia de Alcácer do Sal (Setúbal) foi dado como “encerrado” e os utentes que foram infetados já receberam alta, revelou hoje o provedor da instituição.

“No lar já não temos [casos] ativos, já tudo recebeu alta e, no passado sábado, a autoridade de saúde declarou o fim do surto”, disse à agência Lusa o provedor da Misericórdia de Alcácer do Sal, Fernando Reis.

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Desde o início do surto no Lar Rainha Isabel, faleceram 14 utentes da instituição, mais um do que no anterior balanço efetuado pela agência Lusa, a 04 de fevereiro.

“No sábado, faleceu uma das utentes que se encontrava internada” no Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, “onde permanecem dois idosos que ainda inspiram cuidados”, revelou.

Quanto aos funcionários da instituição que foram infetados, “apenas três permanecem em quarentena”, acrescentou o provedor.

Desde que foi declarado o fim do surto, “iniciámos a desinfeção das instalações à medida que os utentes vão ‘desconfinando’ e ocupando definitivamente os seus quartos”, indicou.

Apesar de o surto neste lar da Misericórdia de Alcácer do Sal ter infetado a maioria dos idosos “tivemos nove residentes que, durante este período, não foram contaminados e não puderam ser vacinados”, lamentou o provedor.

“Segundo as autoridades de saúde, penso que agora vamos aguardar três meses até os utentes deste lar serem vacinados. Uma situação que não se compreende e que se agrava porque os nove idosos que não foram infetados, também não foram vacinados”, reforçou.

Contactada pela agência Lusa, a autoridade de saúde local explicou que, com o fim deste surto, foram permitidas “novas admissões e visitas com todas as precauções”.

Este surto de covid-19 num dos lares da Misericórdia de Alcácer do Sal, que foi detetado no início de janeiro, infetou um total de 34 idosos, incluindo os utentes que morreram, e, inicialmente, 19 funcionárias.

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