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Supremo mantém pena de 25 anos de prisão para Rosa Grilo e António Joaquim

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O acórdão final do Supremo Tribunal de Justiça sobre o caso do triatleta que foi assassinado mantém as penas de prisão máxima de 25 anos de prisão para Rosa Grilo, viúva da vítima, e o seu amante à altura, António Joaquim.

O acórdão final foi lido esta quinta-feira, um documento com 197 páginas, no qual negou provimento aos recursos apresentados pelas defesas de Rosa Grilo e de António Joaquim, mantendo a decisão da Relação de Lisboa, que condenou ambos a 25 anos de prisão pelo homicídio de Luís Grilo.

Também Tânia Reis, advogada de Rosa Grilo, e um consultor forense foram acusados pelo Ministério Público de simulação de crime, posse de arma proibida e favorecimento pessoal.

Em causa está a cápsula de um projétil encontrada numa banheira da casa de Rosa Grilo, que, segundo a acusação, foi uma prova plantada pela defesa com o objetivo de lançar a dúvida junto do tribunal que julgava o caso do homicídio do triatleta Luís Grilo.

O triatleta Luís Grilo, marido da arguida, foi alvo do homicídio ocorrido em julho de 2018, na casa do casal, nas Cachoeiras, concelho de Vila Franca de Xira.

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