Supremo mantém condenação a irmãs que mataram recém-nascida em Corroios

O Supremo Tribunal de Justiça manteve as penas aplicadas a duas irmãs pelo homicídio qualificado e de profanação de cadáver, de uma recém-nascida

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O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) manteve as penas aplicadas a duas arguidas pela prática dos crimes de homicídio qualificado e de profanação de cadáver, na forma tentada.

As arguidas, mãe e tia da vítima, recém-nascida, tinham sido condenadas, em março de 2019, nas penas de 18 anos e 3 meses e de 15 anos e 3 meses de prisão, respetivamente, conforme o Diário do Distrito noticiou na altura.

O tribunal deu como provado que uma das arguidas, já com dois filhos, ocultou de todos uma nova gravidez e resolveu levá-la até ao termo, com o propósito de pôr termo à vida da criança mal este nascesse.

Tal veio a ocorrer, em casa, com a ajuda essencial da irmã gémea, a quem, na noite dos factos, deu conhecimento da gravidez.

Logo após o nascimento, e depois de uma tentativa de submergir a recém-nascida em água, a mãe desferiu-lhe três golpes com uma faca na região do tórax, causando-lhe a morte.

De seguida, as arguidas terão colocado o corpo dentro de um saco do lixo, onde veio a ser encontrado, junto do caixote de lixo da cozinha à chegada das autoridades, chamadas ao local por terceiros.

Esta decisão já havia sido confirmada na íntegra pelo Tribunal da Relação de Lisboa em agosto de 2019. O entendimento foi agora reiterado pelo STJ.

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