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Somos mais resistentes ao VIH, mas menos à Covid-19. Motivo? Sexo entre neandertais e homo sapiens

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A reprodução entre neandertais e homo sapiens tornou-nos mais resistentes ao VIH, mas mais vulneráveis à Covid-19

O estudo foi publicado esta semana, segundo relata o jornal espanhol El País.

O trabalho, da autoria de Hugo Zeberg, do Instituto Karolinka, na Suécia, e publicado na revista PNAS, concluiu que as pessoas que contraíram Covid-19 têm um risco 27% menor de contrair o vírus do VIH, que provoca a SIDA.

O mesmo estudo sugere que o maior fator de risco de contrair uma forma grave de covid-19, encontrado no cromossoma 3, foi introduzido através do cruzamento com neandertais há 50 – 70 mil anos.

Cristian Cañestro, da Universidade de Barcelona, citado pela CNN Portugal, diz que “a evolução é uma questão de equilíbrio. Vimos uma variante que reduz a possibilidade de ser infetado pelo VIH e que protegeu de outras infeções no passado”.

Para o investigador, é “possível que a mutação tenha trazido algumas desvantagens, mas se dá mais vantagens de sobreviver a um vírus mortal, há uma vantagem face ao resto da população”.


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