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SNBS e FÉNIX lamentam ‘esquecimento’ do Governo em relação aos Bombeiros

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Duas entidades que representam bombeiros em Portugal já se pronunciaram sobre o facto de os pacotes de apoio do Governo aos profissionais que lidam com a covid19, não contemplarem estes operacionais.

O SNBS – Sindicato Nacional dos Bombeiros Sapadores lamenta que o Governo português «se tenha esquecido novamente de incluir os Bombeiros Sapadores» referem em comunicado.

«Lembramos que os Bombeiros Sapadores diariamente atuam em várias ocorrências de casos suspeitos e confirmados com Covid-19, e não fazemos distinção.

Para além das inúmeras descontaminações que estes profissionais efectuam, quer seja em lares, escolas, edifícios públicos, etc.

Mais uma vez se prova que os Bombeiros Sapadores, para o governo são carne para canhão e merecem ZERO reconhecimento, basta analisar a recente alteração da carreira de Bombeiros Sapador, para se comprovar a veracidade destas afirmações.»

Por sua vez a Fénix – Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil também lastima que tenha sido atribuído o subsídio de risco aos agentes de Proteção Civil, e os Bombeiros «com uma atividade de risco», não tenham sido contemplados.

«Importa recordar que os Bombeiros Portugueses operam mais de 80% das Emergências Pré-hospitalares  e  estão  na  primeira  linha  do combate  à  pandemia COVID-19, e sendo a Emergência  Pré-Hospitalar  apenas  uma  das  múltiplas  áreas  de  intervenção  na nobre missão dos Bombeiros, de igual modo deixa estes operacionais expostos de forma mais efetiva à possibilidade de contaminação pelo COVID–19» refere a Associação em comunicado.

«Contudo,  é  com  manifesta  admiração  que não constatámos, até  agora,  qualquer  medida  que  vise  compensar estes Homens e Mulheres, e por inerência das suas funções as suas famílias, pelo risco a que estão expostos diariamente e entendemos que este será o momento para que a atividade de Bombeiro seja, à semelhança da maior parte dos Países do  mundo,  considerada  profissão/atividade  de  risco,  e  que,  estes  sejam  devidamente compensados pelo serviço que prestam diariamente aos Portugueses e a Portugal.»

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