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Situação dos salários no Arsenal do Alfeite ‘é crítica’

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O presidente do Conselho de Administração do Arsenal do Alfeite mostrou-se hoje «esperançoso, mas não mais do que isso» quanto ao pagamento dos subsídios de Natal em atraso na empresa.

José Miguel Fernandes foi ouvido pela comissão de Defesa Nacional, numa videoconferência requerida pelo PSD, PCP e BE.

«Estou esperançoso, mas não mais do que isso, tenho esperança de que será uma realidade a libertação das verbas necessárias para o subsídio de Natal para os trabalhadores do Arsenal do Alfeite», declarou o presidente do conselho de administração do Arsenal do Alfeite, S.A.

A principal preocupação do gestor é «o pagamento do subsídio de Natal e nos pagamentos dos salários de janeiro, fevereiro ou março» e lamentou que «dadas as práticas vigentes a que nós assistimos na contratualização entre a Marinha e o Arsenal, não antevejo como minimamente possível a liquidação dos vencimentos, sem uma dotação financeira que aguardamos a todo o momento que ocorra».

José Miguel Fernandes adiantou que tem sido feita alguma pressão junto «da estrutura acionista, do gabinete do senhor ministro da Defesa e do secretário de Estado Tesouro relativamente aos subsídios de Natal, garantindo que estão todos a tentar resolver o problema».

A preocupação com a situação crítica do Arsenal do Alfeite foi expressa por todos os partidos intervenientes na comissão, com PS, PSD, BE e PCP a insistir na necessidade de libertação de verbas do Ministério das Finanças para o pagamento dos vencimentos em atraso.

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