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Simulacro coletivo testa operacionalidade

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Para quem não sabia, o simulacro coletivo despertou algum medo e muitas preocupações, perante o aparato que envolveu nove viaturas e 23 operacionais, que atuaram na Escola José Maria dos Santos, no lado sul da vila de Pinhal Novo.

No final do simulacro, o presidente e chefe da Proteção Civil, Álvaro Amaro, fez o balanço da iniciativa inserida no Mês Municipal do Bombeiro, referindo que o simulacro conjunto serviu para “testar a capacidade de resposta das estruturas da Proteção Civil, bombeiros e GNR”.

O simulacro começou com um alerta da escola onde ocorria um incêndio na cozinha e que registava duas funcionárias “feridas”. O delegado de segurança da escola acionou o plano de segurança com a retirada dos alunos para espaços exteriores.

A escola localizada no lado sul da Pinhal Novo mobiliza centenas de viaturas de encarregados de educação, que vão buscar os alunos, e no simulacro um motociclista embateu na viatura da Proteção Civil, acabando por ter que ser retirado numa operação complexa e demorada.

Mas o simulacro também teve um caso de atuação real, em que um bombeiro se sentiu mal com o grande calor que se fazia sentir e teve que ser socorrido pelos companheiros.

Vasco Marto, comandante dos Bombeiros de Pinhal Novo, instituição que este ano organiza as comemorações do Dia Municipal do Bombeiro, considerou que o simulacro “correspondeu às expetativas e comprovou que os bombeiros estão sempre alerta para intervir em vários cenários, nomeadamente na proximidade com as escolas”. Os simulacros vão continuar nas Escolas de Cajados e na Palhota, com as comemorações a terminarem no domingo, dia 19 de Maio, com a realização da sessão solene às 10h30, com homenagens aos bombeiros, no Auditório Municipal de Pinhal Novo.

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