coronavírus

SIM afirma que não existem ‘brigadas distritais de intervenção rápida’ para lares no Alentejo

Sindicato dos Médicos acusa inexistência de Brigadas de Intervenção nos lares de idosos

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«Foi você que falou em brigadas?» é o título de mais uma nota divulgada pelo Sindicato Independente dos Médicos, acusando que as ‘Brigadas distritais de intervenção rápida’ anunciadas pelo Governo, não existem no Alentejo.

«Das anunciadas Brigadas de Intervenção Rápida, anunciadas com pompa e circunstância pela Segurança Social, nem vê-las, devem estar de férias…»

Estas brigadas serviriam para agir em lares mas segundo o SIM estas não existem «no Alentejo e no distrito de Évora, na área de influência do ACES Alentejo Central e da Segurança Social de Évora, os mesmos do tão badalado caso de Reguengos de Monsaraz».

O SIM apresenta ainda o caso de outro lar ilegal, em Évora, «que já teria sido alvo de uma determinação de encerramento em 2016, mas que continuou a funcionar com o beneplácito da Segurança Social e da Autarquia.

 Sem quadro clínico próprio como a grande maioria das ERPIs (Estrutura Residencial para Idosos), sejam eles privados ou do sector social.

Sem campanhas de prevenção e detecção precoce porque os Ministérios da Saúde e da Segurança Social, e em última análise a ARS Alentejo, assobiam para o ar.

Assobiam até estalar o atingimento pela pandemia de COVID-19… e o pânico se instalar em utentes e profissionais, e se desencadear a legítima preocupação dos seus familiares.»

Perante estas situações, «quem acorre? Os suspeitos de costume… os Médicos de Família e os Enfermeiros de Família, que cobardemente abandonam o seu local de trabalho e os seus doentes para, indevidamente, apagarem fogos.»

O SIM considera ainda que «o pior ainda pode estar para vir, sabendo nós como a manta é curta… É urgente que Ministério da Saúde, Ministério da Segurança Social e Poder Autárquico assumam as suas responsabilidades e interiorizem que há todo um mundo além da COVID-19… e que para este invistam na prevenção, na detecção precoce e na contratação específica de profissionais.»

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