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SIC desmonta defesa de Cristina Ferreira em tribunal e acusa-a de mentir

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O processo interposto pela SIC contra Cristina Ferreira, por quebra de contrato unilateral para voltar à TVI já está em tribunal e a SIC não poupou esforços para atacar a apresentadora.

Cristina Ferreira argumenta que tinha um cargo de consultora e que nunca tomou decisões na programação do canal, mas a SIC garante que “nunca lhe foram deferidas quaisquer funções de direção estratégica”, apenas “para o exercício das funções de consultoria executiva, as quais seriam exercidas ‘na dependência do diretor-geral de Entretenimento’, Daniel Oliveira”, lê-se no processo, segundo a Vidas.

A SIC detalhou a função de consultora que frisava a “definição da direção estratégica e programação da SIC, podendo ser consultada sobre os rostos da estação, os formatos e programas atuais e futuros da autora, as estreias, os eventos especiais organizados, as movimentações na concorrência e ainda sobre comunicações e audiências”. “Nunca foram prometidas ou acordadas quaisquer funções executivas ao nível de qualquer direção da autora” nem “alguma vez esteve em causa qualquer função de direção na estrutura” da SIC. 

A SIC diz ainda que Cristina Ferreira” assumiu a cordenação editorial de todos os programas que apresentou (…) Para além de ‘O Programa da Cristina’, Cristina Ferreira escolheu livremente o outro formato que quis apresentar: O programa ‘Prémio de Sonho'”. 

E o canal afirma que Cristina Ferreira sempre foi consultada quando solicitado pela direção ou quando o desejou fazer por iniciativa própria, desmentindo a sua versão de que “tenha visto frustrados ou violados quaisquer direitos ou sequer meras expectativas cuja criação pudesse ser, de alguma forma, imputada à autora”.

A comunicadora na defesa alega que Francisco Pinto Balsemão lhe garantiu que ia mudar a situação, mas a SIC nega e garante que não há fundamentação para a quebra do contrato por justa causa. 

Relativamente ao matinal, a apresentadora acusa a SIC de expor a sua vida privada, mas o canal nega.”A Cristina era a principal coordenadora do mesmo, sendo a principal responsável pela gestão da equipa e de conteúdos, pelo controlo criativo (…) e formato do programa (…) pelo que o nível de exposição aí assumido por Cristina Ferreira foi por si querido e equacionado, devendo correr por conta das rés os riscos que estas identificaram”. 


Outro ponto e “ao contrário do que afirmam as rés, a existência de micro-espaços e IVRs (chamadas de valor acrescentado) são realidades que, desde início, sempre se encontraram previstas como elementos queridos e pretendidos pelas partes na execução do contrato. Pelo que não é verdade que tais realidades tenham resultado de qualquer alicimanento por parte da autora ou qualquer aliciamento por parte desta para que fossem incluídas no contexto de ‘O Programa da Cristina'”.

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