Setúbal recebe Câmara de Comércio Franco-Portuguesa

A primeira Câmara de Comércio Franco-Portuguesa foi apresentada no Hotel do Sado e visa potenciar a ligação entre empresários franceses e portugueses.

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A cerimónia realizou-se na passada segunda-feira, no Hotel do Sado, com vista panorâmica sobre Setúbal e contou com a presença da presidente da Região Île-de-France, Valérie Pecresse, o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa, Carlos Vinhas Pereira e o vice-presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Manuel Pisco Lopes, entre outras individualidades.

A primeira câmara a operar além de Lisboa é inspirada na sua congénere da capital portuguesa, a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa que conta já com 130 anos, e foi criada dado o desenvolvimento empresarial de Setúbal com cerca de 400 empresários franceses na região.

O principal objectivo é a criação de oportunidades de investimento entre países, potenciando a diáspora francófona e lusa, criando assim uma linha de contacto entre as zonas económicas e um “ambiente forte para atrair mais investimentos”, reforça Leonel António, fundador do grupo Français-Setúbal.

O estabelecimento da Câmara de Comércio Franco-Portuguesa de Setúbal, com a direção da francesa Cécile Gioanni, chega numa altura em que o distrito se torna particularmente atrativo com a construção do aeroporto no Montijo, visando assim o estabelecimento de parcerias comerciais e empresariais entre os dois países e o mundo, já que “a Câmara de Comércio Franco-Portuguesa está ligada com as câmaras de comércio do mundo inteiro”, destaca Leonel António.

A motivação é que os “setubalenses possam exportar”, criar novos postos de trabalho e alguns dos investimentos já deram frutos, nomeadamente no ramo imobiliário, dada a incapacidade de “Lisboa dispor de terrenos para implantar firmas” e o desenvolvimento de uma escola Franco-Portuguesa a abrir as primeiras aulas em setembro como avança Leonel António.

As perspetivas para um futuro a curto prazo não podiam ser mais esperançosas, já que se vislumbra a chegada de “empresas que vão criar muitos empregos na região”, mas também “investir-se e encontrar novos mercados, onde nós podemos atrair também indústrias, com a força dos portugueses falarem português e inglês”, conclui Leonel António, fundador do grupo Français-Setúbal.

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