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Sete pessoas acusadas por tráfico de estupefacientes e receptação em Almada

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O Ministério Público deduziu acusação para julgamento perante tribunal coletivo contra sete arguidos pela prática de crimes de tráfico de estupefacientes e seis foram também acusados de recetação, estando ainda o principal arguido acusado de detenção de arma proibida e de detenção ilegal de arma de alarme.

De acordo com a acusação a que o Diário do Distrito teve acesso, os arguidos dedicavam-se, desde novembro de 2017, «à venda diária de produtos estupefacientes, nomeadamente heroína, cocaína e haxixe, a um elevado número de compradores, que os procuravam diretamente, sobretudo num bairro da zona da Costa de Caparica, mas também noutros locais do concelho de Almada».

Os arguidos atuavam de forma organizada e, de acordo com um plano previamente delineado, com repartição de tarefas embora sob direção de um deles.

Para além de dinheiro, o grupo recebia também como forma de pagamento relógios, material informático, telemóveis e outros bens com algum valor comercial, que haviam sido subtraídos a vários cidadãos em Almada e nos concelhos limítrofes.

Três dos arguidos encontram-se em prisão preventiva, os restantes estão obrigados a apresentações periódicas, proibidos de contactarem entre si e com testemunhas e de se ausentarem para o estrangeiro.

A investigação foi dirigida pelo Ministério Público de Almada do DIAP da Comarca de Lisboa, com a coadjuvação do NIC do Destacamento da GNR de Almada.

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