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Será que a Censura, 47 anos após o início da Liberdade, ainda está viva no concelho de Palmela? Sim, porquê?

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Afirmo, com a certeza dos factos, que não demorou mais de um dia e meio sem que os cartazes e outdoors do CHEGA começassem a ser alvos de vandalização.

Estes atos foram bastante seletivos e bem planeados, começando primeiro em Palmela, onde todos os meios de propaganda de exterior foram danificados ou inutilizados, avançando depois para Poceirão e Marateca. Passados alguns dias, o tratamento destruidor chegou à Quinta do Anjo, faltando, por agora, o Pinhal Novo, onde apenas dois cartazes foram inutilizados. Pelo que sei, fomos o único partido a ser atingido com este flagelo, que é a prova de que afinal a Censura está viva e saudável, nesta aparente Democracia em que vivemos.

Porquê?

Esta terra tem sido sempre governada por comunistas e socialistas que nos prometeram prosperidade, bem-estar e desenvolvimento. No entanto, o que temos são postos de saúde sobrelotados, lixo pelas ruas, poucas e más escolas, desemprego e, às vezes, falta de água na torneira.

A nível nacional, brinca-se à política, com discussões inconsequentes, que em nada beneficiam o país, perante uma população que parece anestesiada.

Esta malta, quer discutir no parlamento os bivalves do Tejo ou os elefantes do Camboja, mas quando trazemos a lume os temas que realmente interessam – a corrupção, o enriquecimento ilícito, a enorme carga fiscal sobre quem trabalha – o parlamento diz que somos racistas, fascistas, extremistas.

Vandalizam-se cartazes do CHEGA, enquanto o País definha, cafés, restaurantes e fábricas encerram, os agentes da autoridade recebem (quando calha) subsídios de risco vergonhosos, os empresários são tratados como lixo e os portugueses sufocados com impostos.

Onde está o futuro que prometemos às próximas gerações?

Não existe outro partido que lute contra a corrupção instalada, contra quem nada quer fazer.

Aqueles que nos vandalizam, mais tarde, irão perceber que não viemos para fazer mal, mas para transformar um país que, há 47 anos, vive com esperança e é defraudado todos os dias. Pensionistas com reformas miseráveis, empresários que têm de fechar os seus negócios, trabalhadores que perdem o emprego, famílias que não podem assegurar uma educação digna aos seus filhos e netos, mais de um milhão de portugueses sem médico de família, … a lista de exemplos do desgoverno a que estamos entregues é, lamentavelmente, infindável.

O Estado, que devia zelar por nós da margem sul, aparentemente zela é pelos seus próprios interesses, há muitas décadas que nos esqueceu, não interessamos, valemos poucos votos e o que parece importar são os tachos nas comissões, as empresas para colocar os amigos e os empregos no parlamento europeu.

Quem vandaliza e os seus mandantes, gostariam que não estivéssemos aqui hoje, mas no dia 26 de setembro vão ter uma surpresa. Aí, vamos dizer-lhes que milhares de portugueses em Palmela, no Pinhal Novo, no Poceirão e Marateca e na Quinta do Anjo se levantaram, foram votar e disseram que estão fartos deste país desgovernado e á deriva. Querem que a mudança comece nas suas terras, querem acordar da anestesia a que têm estado sujeitos.

Vamos ganhar esta Câmara e esta Assembleia, assim como as Juntas de Freguesia, porque vamos ser um exemplo para todos de como se governa com o Chega.

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Para Portugal é um pequeno passo, mas para este concelho é um passo gigante rumo ao desenvolvimento e à prosperidade.

Insultem-nos do que quiserem, chamem-nos racistas, fascistas e extremistas, mas lutaremos contra este sistema corrupto e ultrapassado com todas as nossas forças e, onde existirem bandidos, iremos atrás deles. Todos os que nos apontam o dedo são cúmplices do que se tem feito em Portugal, ao longo destes 47 anos.

Por Portugal, pela nossa família, pela nossa juventude e pela nossa história, não nos vão calar. Comunismo, Fascismo e Corrupção nunca mais.

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