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Seixal Clube 1925 recebe Bandeira da Ética pelo IPDJ

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O Seixal Clube 1925 recebeu a Bandeira da Ética no Desporto, um reconhecimento do Instituto Português do Desporto e Juventude, através do Plano Nacional de Ética no Desporto que consiste na certificação e promoção dos valores éticos no desporto.

A cerimónia teve lugar no salão da Sociedade Filarmónica União Seixalense, que cedeu o espaço e a quem Hugo Rodrigues, presidente da Direção do Seixal Clube 1925 agradeceu “pela demonstração de parcerias que aqui existe no associativismo”.

Perante um salão cheio, o presidente do Clube destacou ainda o “projecto inovador que somos, sob o lema ‘de pessoas para pessoas’, na partilha da solidariedade dentro e fora do campo, promovendo tambpe o saudável convívio e a ética.

Em resultado desse trabalho, recebemos hoje a Bandeira da Ética, o mais importante galardão que podíamos receber, porque é como vencer um Campeonato, uma vez que reconhece todo o trabalho a que nos propusemos.”

Agradeceu depois “aos sócios, adeptos, delegados e dirigentes, e sobretudo aos atletas, porque sem vós, os nossos objectivos não seriam cumpridos.

E deixo ainda uma mensagem aos capitães das equipas, aqui em representação dos atletas: a vossa braçadeira não é apenas um pano no braço, é algo muito mais sério e um exemplo do que é ser porta-estandarte desta bandeira e do que ela simboliza.”

O último agradecimento de Hugo Rodrigues foi “para a família dos voluntários do Seixal Clube 1925, porque muitas vezes são deixados em segundo plano, quando trabalhamos para o nosso clube”.

Em representação do avô João Rebelo, Márcio Rebelo leu uma mensagem na qual o antigo responsável pelo futebol juvenil no Clube recordou a sua entrada em 1976 e o percurso até à saída em 2018, afirmando que apesar das vicissitudes «claro que valeu a pena».

Também o antigo presidente do Clube, Leopoldo Casanova tomou a palavra para deixar um historial dos presidentes e dos quase cem anos de um clube “que começou como Sport Seixal e Boavista Seixal, mas desde que não lhe tirem o nome «Seixal» será sempre o meu clube”.

Oficial da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto, Rodrigo Cavaleiro deslocou-se de Aveiro “porque queria dar-vos os parabéns olhos nos olhos. O vosso contacto connosco foi uma lufada de ar fresco, pela forma como encaram o desporto.

Espero que outros clubes vejam em vós um exemplo das boas práticas.”

Eduarda Marques, em representação do Instituto Português do Desporto e Juventude parabenizou o Clube “que em boa hora decidiu certificar as boas práticas que desenvolvem.

A Bandeira da Ética certifica as boas praticas no desporto, que é um meio fundamental para incutir nos mais jovens estes princípios e ajudá-los a vivenciá-los.

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E também o facto de estarem perto de celebrar o centenário, demonstra que o Clube está bem vivo e com vitalidade, o que demonstram com os vários protocolos que desenvolveram com entidades e escolas do município.”

A responsável desejou ainda que “este acto simbólico não seja um ponto de chegada, mas sim um ponto de partida para outros projectos e que sirva também de exemplo para outros clubes fazerem o mesmo caminho”.

A terminar o momento de celebração, Bruno Santos, vereador do Desporto na Câmara Municipal do Seixal garantiu que “iremos comemorar o centenário do Clube com a dignidade que merece e a Bandeira da Ética é mais um símbolo do que se passa no Seixal 1925 todos os dias”.

Como exemplo, o vereador destacou “um episódio que poucos conhecem, mas que demonstra o trabalho das pessoas que aqui estão: durante o pior período do confinamento devido ao covid19, muitas pessoas não podiam sair para compra alimentos ou medicamentos e foram elementos do Clube que puseram as suas horas e carros, em conjunto com a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal, para conseguirem levarem até esses os bens, colocando-se na linha da frente da luta contra a pandemia, o que simboliza bem o valor da Bandeira que agora recebem.

O Seixal Clube 1925 sempre foi uma bandeira de ética e por isso tem esta vitalidade, mesmo nos momentos mais difíceis.

Da parte da autarquia, podem contar sempre connosco até porque a parte mais difícil, colocar os jovens a fazer desporto e competir, já o fizeram.”


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