Sesimbra

Santa Casa da Misericórdia de Sesimbra desmente acusações ‘infelizes’ e ‘disparatadas’ do PCP

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O Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Sesimbra, Manuel Adelino Bernardino, enviou ao Diário do Distrito um comunicado no qual responde às acusações lançadas pela Comissão Concelhia do PCP Sesimbra sobre alegados abusos aos funcionários.

Neste esclarecimento, também solicitado pelo Diário do Distrito, o provedor afirma que as afirmações são «infundadas e acima de tudo, infelizes», e acrescenta que a SCMS «cumpre e sempre cumpriu com a lei. Se a Comissão do PCP tivesse tido o trabalho de nos abordar, saberia que as nossas colaboradoras se voluntariaram para ficar sete dias seguidos sem sair dos nossos lares em dois períodos intercalados».

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O Provedor frisa ainda que esta disponibilidade «que agradecemos de coração», permitiu «até ao momento preservar os dois lares da SCMS de qualquer contágio epidemiológico» e lamenta que «neste momento em que devemos celebrar o facto de ‘zero infectados/zero mortos’, que a Concelhia Comunista se lembra e atacar a SMCS quando devia estar orgulhosa dela».

A nota critica o comentário «verdadeiramente bizarro, sobre colocarmos em causa a saúde e a segurança  dos utentes dos lares. Vê-se!

Mais disparatado ainda o que escreveram sobre os testes que fizemos às nossas colaboradoras, diga-se com o consentimento das próprias, antes de entrarem nas instalações dos lares: achariam decerto melhor que o fizessem sem qualquer testagem e eventualmente portadoras do vírus covid19» questiona.

No comunicado, Manuel Adelino Bernardino dá ainda conta que «hoje mesmo foi administrada a segunda dosagem da vacina a mais de 60 idosos e a cerca de 70 colaboradores», numa altura em que Sesimbra «entrou em risco extremo de contágio».

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