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Reunião Ordinária do Montijo dedicada à freguesia de Canha

Sessão foi descentralizada, à semelhança do que aconteceu na última reunião, em Pegões, e contou com a apresentação de vários problemas e situações a melhorar pelos vários vereadores e munícipes que participaram na sessão.

O quartel dos Bombeiros Voluntários de Canha serviu de casa para mais uma Reunião Ordinária no Montijo, desta vez dedicada à freguesia local.

A sessão principiou com uma declaração veiculada pelo Presidente da Câmara, Nuno Canta, em que começou por saudar a população de Canha e homenageou os bombeiros, referindo mesmo uma “prestação de homenagem aos soldados da paz e a todos os que trabalham em prol da proteção civil” não só no foro local, mas também a nível nacional.

Dada a palavra aos vereadores, Joaquim Correia criticou várias obras projetadas pelo executivo de Nuno Canta. “Sobre o novo PDM em aprovação, outrora, o Presidente afirmou que os grandes projetos de Canha, seriam o novo estabelecimento prisional na herdade e um hotel, na Ribeira de Canha. Na altura, os vereadores opuseram-se, até porque eu fui um deles. Mais grave ainda, recentemente, descobri uma situação de crime de saúde pública que se trata de uma lixeira a céu aberto, mesmo ao lado da zona em que o suposto hotel vai ser construído. Deve ser isto que o executivo quer apresentar aos munícipes”, concluiu em tom irónico.

Um dos munícipes esteve em particular destaque nesta Reunião de Câmara e foi Henrique Gomes que apresentou objeções a várias situações não resolvidas pela Câmara Municipal do Montijo e que ameaçam, cada vez mais, a qualidade de vida dos habitantes. “No que diz respeito à regularização do nome de ruas, há uma situação que não foi resolvida no último ano e meio que são, pessoas a ir buscar o correio muito longe dos seus destinos porque nem sequer possuem nome de rua”, abordou Henrique Gomes, referindo mesmo que esteve “a rever as atas da comissão de Toponímia e só (encontrou) uma de há mais de 20 anos, a última vez que o assunto foi revisto numa Sessão de Câmara”.

Outro dos problemas apresentados foi a nível rodoviário, em que a alegação é de que a autarquia interveio apenas na Estrada da Circunvalação, e que, mesmo assim, a obra ficou incompleta e sem a construção de valetas. Existe outra estrada que está sem manutenção há 30 anos, onde “passam diariamente, muitos autocarros que se cruzam e chegam a fazer curvas fora de mão e, agora, a estrada ficou sinalizada com traços contínuos de forma desnecessária, porque deveria ter sido reparada definitivamente e não remendada”, criticou Henrique Gomes.

A crise na área da saúde também não foi esquecida. “O Presidente da CM Montijo prometeu resolver o problema dos médicos. Nestes últimos 2 meses, não houve enfermeiros e a Câmara não teve capacidade de contratar um enfermeiro sequer. O Centro de Saúde esteve praticamente fechado no que diz respeito à enfermagem”, apontou o cidadão, pedindo ao executivo que resolva todas as situações o mais rápido possível.


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