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Reguengos de Monsaraz: Ordem dos Médicos defende participação ao Ministério Público

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A Ordem do Médicos defendeu uma ação judicial “conducente a intimação” para “defesa dos direitos, liberdades e garantias das pessoas doentes” no lar da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva.

A Ordem considera que “o caso merece uma participação ao Ministério Público”, dada a sua “gravidade excecional” e deixa um alerta aos familiares dos utentes no sentido de poderem agir judicialmente, caso as entidades competentes não reconheçam a necessidade premente de respeitar as orientações e normas da Direção-Geral da Saúde (DGS).

“As decisões que têm sido tomadas no caso do lar de idosos (…) de Reguengos de Monsaraz não aparentam ser as mais corretas e, a nosso ver, colocam em causa a saúde dos utentes, como parece estar a acontecer”, acrescenta ainda a nota.

Os relatos recebidos pela Ordem dos Médicos “continuam a fazer temer pelo pior”, adiantou a nota, salientando que “basta de incompetência”.

“Esta situação já foi denunciada nos órgãos de comunicação social, nomeadamente pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e pela Ordem dos Médicos”, diz o comunicado.

A Ordem “interpela igualmente” a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre “as condições de segurança e cumprimento das normas legais em vigor às quais o referido lar está abrangido e do seu cumprimento”.

O concelho de Reguengos de Monsaraz regista o maior surto no Alentejo da doença provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2.

Portugal contabiliza pelo menos 1.654 mortos associados à covid-19 em 46.221 casos confirmados de infeção.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 561 mil mortos e infetou mais de 12 milhões e meio de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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