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Regras da PSP proíbem tatuagens racistas e bigodes encaracolados

PSP proíbiu tatuagens com símbolos, palavras ou desenhos de natureza partidária, extremista, racista ou que incentivem à violência.

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A PSP alertou que os agentes que tenham tatuagens com símbolos, palavras ou desenhos de natureza partidária, extremista, racista ou que incentivem à violência têm seis meses para as remover.

São “proibidas em qualquer parte do corpo as tatuagens que contenham símbolos, palavras ou desenhos de natureza partidária, extremista, rácica ou que incentivem à violência”, tendo estas que ser removidas no prazo máximo de 180 dias”, pode ler-se no despacho emitido.

A direção nacional da PSP permitirá apenas tatuagens visíveis no braço, acima da linha do cotovelo e nos pés até 10 centímetros acima da linha do tornozelo. As outras, em outros locais do corpo, devem serem tapadas por uma peça de uniforme ou alternativa por uma manga ajustada de cor neutra ou uma calça justa.

Aqueles que tiverem tatuagens proibidas são excluídos do curso de admissão, exceto aqueles que manifestem intenção de as retirar até ao final do curso.

No caso das unhas das mulheres polícia, estas devem ser pintadas de cor uniforme e não exceder três milímetros de comprimento e a maquilhagem deve ser discreta.

Quanto aos homens, a barba deve ser cortada uniformemente, sem que existam diferenças abruptas de tamanho em todas a sua extensão e que esta não deve ter um tamanho suficiente que possa ser agarrada ou puxada, enquanto o bigode não pode ultrapassar o lábio superior e as pontas não podem ser encaracoladas nem ultrapassar o lábio inferior.

Os penteados devem ter “forma simples e discreta” e o cabelo, quando pintado, deverá ter uma cor natural.

Os homens polícias terão de usar o cabelo cortado acima do colarinho da camisa, sem tapar qualquer parte da orelha e as patilhas devem ser aparadas em linha reta, não ultrapassando o limite da orelha.

Além disso, os polícias não podem usar óculos espelhados e a utilização de equipamentos tecnológicos portáteis pessoais, como telemóveis, é efetuada “pelo tempo estritamente necessário e apenas para assuntos que sejam urgentes”.

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