Opinião

Quinta do Anjo, que futuro?

Opinião de Sérgio Caldeira.

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Este artigo é dedicado a todos os jovens da Freguesia.

Uma autarquia moderna, é aquela que é caracterizada por uma juventude informada e reivindicativa.

As questões ambientais, longe de serem uma moda, constituem uma preocupação que deve ser transversal aos sectores público e privado, qual contrato estabelecido, tendo em vista o futuro dos nossos filhos.

É urgente desenvolver uma cultura que proteja o planeta.

Os eleitos do PS, na Assembleia de Freguesia de Quinta do Anjo, têm apresentado e/ou apoiado, medidas concretas que, sendo (ainda) insuficientes, se consubstanciam:

  • Na redução, em 50% a aplicação de produtos fitossanitários na via pública, com o correspondente ganho ambiental;
  • Pelo fim da utilização de garrafas de plástico nas reuniões da Assembleia de Freguesia;
  • Pela disponibilização de várias dezenas de beateiras em material reciclado e de patente nacional, em espaços públicos de grande movimento;

Para além destas medidas, outras estarão em agenda, num futuro muito próximo.

Sem qualquer intuito de esgotar o tema, mas a título meramente exemplificativo:

  • Como tornar o edifício sede mais eficiente do ponto de vista energético?
  • Aquisição de mobiliário urbano em material reciclado?
  • Como articular a bicicleta e/ou veículos eléctricos, com a nova rede de transportes públicos, a operar no último trimestre de 2021?
  • Como parquear as bicicletas ou os referidos veículos elétricos e quais os locais que devem ser destinados a esse fim?
  • A necessidade de uma nova ciclovia entre Quinta do Anjo e Cabanas?
  • Investimento num Centro Local de Compostagem?

Atenta a premência da questão ambiental, os eleitos do PS na Assembleia de Freguesia de Quinta do Anjo vêm, neste último ano de mandato, asseverar aos jovens, que é este o caminho.

Para um planeamento ambiental nos próximos anos, precisamos do envolvimento dos jovens.

Se outras razões não houvesse (e há), uma única bastaria: as pequenas medidas em prol do ambiente são (muitas vezes) exequíveis e baratas (numa relação custo/benefício).

Aqui chegados e considerando que as aludidas medidas são reivindicadas por uma faixa etária cada vez mais nova (15, 16, 17 anos), então é por elas que devemos começar.

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