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PSP registou 400 incêndios florestais e deteve 7 pessoas por crime de fogo posto

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No contexto da prevenção e combate aos fogos florestais, a Polícia de Segurança Pública registou na fase de maior risco e até à presente data um total de quatro centenas de ignições na sua área operacional.

No quadro das suas competências de Proteção civil, a PSP promoveu a vigilância das zonas verdes, o desembaraçamento de tráfego rodoviário, a abertura de corredores de circulação para os veículos prioritários, a evacuação de pessoas (quando necessário), a definição do perímetro de segurança necessário às operações de combate ao incêndio, bem como à adoção das medidas cautelares imediatas necessárias à investigação da responsabilidade pela ocorrência.

No comunicado enviado às redações, a PSP dá conta que «tendo as condições atmosféricas sofrido alterações relevantes, menos favoráveis à propagação de incêndios, podemos concretizar um balanço (ainda que provisório) da actividade operacional.

No contexto desta última missão que a PSP destaca ter registado 4 centenas de ignições, concretizado a detenção de 7 cidadãos e identificado outros 29, por haver fundadas suspeitas de terem desencadeado incêndios.

Os 36 cidadãos referenciados pela PSP são, geralmente, do sexo masculino, com 37 anos de idade e atuam sozinhos. A motivação para o ato é muito díspar, variando desde o desejo de vingança até à admiração pela atuação dos Bombeiros, Forças de Segurança e Emergência Médica.

Os detidos, um do sexo feminino, com idades entre os 48 e os 70 anos de idade (média de 45 anos), foram intercetados pela PSP em Lisboa (3 detenções), Vila Real (2), Porto e Bragança (com 1 detenção cada).»

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