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PSD Seixal critica GOP 2023 por ‘criar ilusão de promessas’

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O PSD Seixal enviou ao Diário do Distrito uma nota de imprensa relativa à votação das Grandes Opções do Plano para 2023, que foram aprovadas esta terça-feira.

O vereador social-democrata, Bruno Vasconcelos, votou contra, e na ocasião deixou criticas sobre o tempo limitado que os eleitos da oposição tiveram para estudar o complexo documento.

«Julgou o Partido Social Democrata que com a mudança de Presidente da Câmara Municipal Seixal o modus operandi seria outro e que haveria abertura para um debate com elevação e com escrutínio sério que seria uma mais-valia para o desenvolvimento do nosso Concelho.

Engano nosso. O PCP Continua a querer limitar a acção ao não disponibilizar esses mesmos meios. Ao contrário dos eleitos pelo PCP, a oposição vê-se proibida de ter elementos tecnicos na sua equipa para analise de documentos. Fica provado com esta continuada atitude que o executivo só tem interesse em diminuir a acção da oposição.»

Relativamente ao documento agora aprovado, que irá gerir o município no próximo ano, o PSD Seixal considera que «continuamos a assistir a um orçamento que despende de milhares de euros para o movimento associativo, outra, criando ilusões de promessas de obras que vão ecoar na eternidade, criando reféns os seus dirigentes tendo como contrapartida um apoio em eleições autárquicas. Uma gestão autárquica, na nossa visão, não pode ter este princípio.

Continuamos a verificar obras e promessas por cumprir, como o não respeito pelas deliberações aprovadas em Assembleia Municipal; a falta de mais e melhores acessibilidades e mobilidade no Concelho; a inexistência de uma verdadeira descentralização para as freguesias com competências e valores; o incumprimento da total requalificação do Mercado da Cruz de Pau, bem como da construção do Pavilhão Desportivo de Fernão Ferro e da Estrada alternativa à Nacional 10, assim como da erradicação definitiva, dos problemas de Vale Chícharos e Santa Marta. Que se diga está em andamento por via do PRR.

Há sempre um problema e a culpa é do governo central que apoiaram de 2015 a 2021.

Todos têm culpas, menos o executivo.»

O PSD Seixal «assume as suas profundas divergências políticas com o PCP», o qual critica por optar por «efabula-se, fulaniza-se, criam-se inimigos externos e internos, diaboliza-se a oposição, diaboliza-se o governo, ele é anúncios na TV, programas ao fim-de-semana à tarde, publicações em revistas, cartazes, outdoors, folhetos, circulares, e até as quantias que se pagam para gerir as redes sociais, vale tudo e faz-se tudo sob a capa “dos interesses da população”».

Apesar das críticas ao executivo comunista, na nota de imprensa há também lugar para críticas às próprias opções do PSD Seixal no passado por «algumas das suas próprias opções que conduziram ao enfraquecimento do partido por via da óbvia diluição e subalternização operada com a atribuição e respectiva aceitação de pelouros de reduzida importância».


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