PSD afirma que caos na Soflusa tem origem na incompetência do Governo

Em nota de imprensa sobre o caos na Soflusa, o PSD afirma que «o caos tem origem na incompetência do Governo».

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Em nota de imprensa sobre o caos na Soflusa, que tem afetado milhares de pessoas, devido a supressões de carreiras e atrasos constantes, o PSD afirma que «o caos tem origem na incompetência do Governo».

«O deputado e presidente da Distrital de Setúbal, Bruno Vitorino, diz que o Governo, “com a
sua incompetência, desrespeita constantemente milhares de utentes da Soflusa”, que
diariamente utilizam este meio de transporte para irem trabalhar e estudar.

Desde o dia 10 de maio, que se têm agravado os constrangimentos nesta ligação fluvial.
Esta informação foi adiantada pela própria empresa, alertando ainda para a irregularidade
de horários e de supressão total das carreiras da noite e das primeiras da manhã, para
além de constrangimentos em hora de ponta, isto para além de novas greves já
anunciadas.

Esta situação tem gerado o caos, tanto na estação do Barreiro, como do Terreiro do Paço,
levando ao desespero de centenas de pessoas que enchem as salas de espera,
empurrando-se umas às outras, e a saltar os torniquetes para tentar entrar no barco. Já
levou mesmo a que muitas pessoas tivessem que dormir na estação, por supressão de
carreiras à noite, sem aviso prévio.

Foi agora anunciado pelo Governo que que vão ser promovidos quatro trabalhadores a
mestres e que foi aberto concurso para a admissão de mais seis trabalhadores.

Para Bruno Vitorino, esta é uma decisão “que vem a reboque da contestação dos últimos
dias e que foi amplamente divulgada pela comunicação social” e que não resolve a
questão de fundo da falta de pessoal.

“O Governo promete quatro novos mestres, quando são necessários 24 para que as
carreiras possam funcionar normalmente”, aponta.

O deputado do PSD acrescenta que a administração da Soflusa já tinha pedido ao
Governo a autorização para contratar 12 marítimos (marinheiros e maquinistas) e três
trabalhadores para as bilheteiras, mas que até agora ainda não havia qualquer resposta.

“Se o Governo tinha conhecimento deste pedido, há já muito tempo, porque é que não deu
seguimento ao mesmo? Só agora, depois de toda esta contestação, é que tenta remediar o
que está mal. Se faziam falta, porque não decidiu antes? E quanto tempo é que vai
demorar os novos mestres a entrarem em funções? E os restantes seis trabalhadores que
irão ser contratados. Quando entrarão ao serviço? Quando irá ser lançado o concurso?
Quanto tempo irá demorar todo o processo?”, são questões levantadas por Bruno Vitorino.

“Se fazem falta 24 e só quatro é que vão entrar, não é difícil de perceber qual vai ser o
resultado”, conclui.»

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