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Prolongado recolher obrigatório na Madeira e retoma aulas presenciais em abril

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O Governo da Madeira decidiu hoje prolongar até 12 de abril o recolher obrigatório na região e o retomar das aulas presenciais no ensino secundário e no 3.º ciclo, nos dias 08 e 12 do próximo mês, respetivamente.

A informação consta do comunicado relativo à reunião de hoje do Conselho do Governo, de coligação PSD/CDS-PP.

Assim, continua em vigor até às 23:59 do dia 12 de abril o recolher obrigatório entre as 19:00 e as 05:00 do dia seguinte, durante a semana, e entre as 18:00 e as 05:00, ao fim de semana e feriados.

No arquipélago, as atividades comerciais, industriais e de serviços, tal como a restauração, encerram durante a semana às 18:00 e aos fins de semana às 17:00, sendo que o horário de entrega de refeições ao domicílio decorre até às 22:00, todos os dias da semana.

Suspensas desde janeiro, as aulas são retomadas para os alunos do ensino secundário e do 3.º ciclo do ensino básico em 08 e 12 de abril, respetivamente, segundo a nota do executivo regional.

Nos restantes níveis de ensino – creches, jardins de infância, pré-escolar, 1.º ciclo, 2.º ciclo, ensino profissional e especial – as aulas decorreram de forma presencial.

A Madeira registou nas últimas 24 horas 22 novos casos de covid-19, 37 recuperações e 86 situações suspeitas, segundo os dados da Direção Regional de Saúde.

O total de infeções ativas no arquipélago é de 411, com 16 doentes hospitalizados.

A região autónoma passou, assim, a contabilizar 8.378 casos confirmados de infeção por SARS-CoV-2 desde o início da pandemia.

A Madeira regista também um total de 71 óbitos associados à doença.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.805.004 mortos no mundo, resultantes de mais de 128,1 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.848 pessoas dos 821.722 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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