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Programa Escola Segura da PSP registou 3.324 ocorrências no ano letivo 2019/20

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O Programa Escola Segura da Polícia de Segurança Pública (PSP) registou 3.324 ocorrências no ano letivo 2019/20, 2.093 de âmbito criminal e 1.231 de natureza não criminal, lê-se no relatório anual da instituição, hoje divulgado.

No documento, a PSP refere que, por tipo de crime e no âmbito das 2.039 ocorrências criminais, foram registadas 901 ofensas corporais (menos 250 do que no ano letivo anterior), 589 injúrias ou ameaças (menos 132), 349 crimes de furtos (menos 164), 115 ações de vandalismo, 78 casos de roubo, 64 ofensas sexuais, 51 crimes de posse de arma e 27 de tráfico de estupefacientes, havendo ainda 215 classificadas como “outro tipo”.

Segundo o relatório, em comparação com o ano letivo anterior, verificou-se um “decréscimo generalizado” das ocorrências criminais no âmbito do Programa Escola Segura (PES).

Após 3.079 ocorrências criminais registadas em 2018/19, a redução em 2019/20 foi de 22,4%, com as Equipas do Programa Escola Segura (EPES) a registarem 2.389 acusações criminais (cada acusado pode ter cometido mais do que um crime).

Segundo o documento, a PSP tinha, no ano letivo em análise, a responsabilidade sobre 3.251 escolas e um total de 1.193.564 alunos, tendo sido realizadas mais de 22.000 ações.

No relatório, a PSP refere também que as EPES realizaram várias ações de sensibilização, em que o tema mais abordado foi o “Bullying e Cyberbullying”.

O número de ações de sensibilização sobre o tema, comparativamente com o ano letivo de 2018/19, teve um aumento significativo, “não obstante o atual contexto pandémico”.

«Importa ainda frisar que, apesar de as escolas terem estado encerradas durante um período de tempo considerável (entre 10 a 12 semanas), o número de ações de sensibilização por parte da Escola Segura sofreu um decréscimo nada significativo em comparação com ano letivo de 2018/2019 (9,8%)», acrescenta a PSP.

A PSP realça, por outro lado, que, no atual contexto pandémico, e especialmente durante os períodos de confinamento obrigatório nos quais se verificou o encerramento de estabelecimentos de ensino, tem feito «um esforço para se manter próxima da comunidade escolar», sobretudo através dos elementos policiais afetos ao programa.

Para tal, manteve as ações de sensibilização através das plataformas digitais, bem como continuou a acorrer a todos os pedidos de intervenção por parte das escolas, tendo ainda produzido novos conteúdos pedagógicos, nomeadamente vídeos que foram partilhados nas redes sociais, no âmbito do projeto “comunicar em Segurança” (www.comunicaremseguranca.sapo.pt).

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