Prisão preventiva para grupo de raptores do Vale da Amoreira

Os três homens e uma mulher que em Janeiro raptaram um homem e o mantiveram cativo no Vale da Amoreira, Moita, ficaram em prisão preventiva.

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O Ministério Público apresentou a interrogatório judicial quatro detidos pela prática, em coautoria, dos crimes de rapto, de associação criminosa e de coação e requereu a aplicação aos arguidos da medida de coação de prisão preventiva, a qual foi aplicada, esta quinta-feira, pelo juiz de Instrução.

Os três homens e uma mulher, com idades entre os 40 e os 49 anos, foram detidos por rapto do filho de um alto responsável do Governo da Guiné.

O grupo criminoso, indicado dos crimes de rapto, coação e associação criminosa, começou a ser ouvido ontem, no Tribunal do Barreiro tendo a diligência terminado pelas 17h30, desta quinta-feira e a informação é agora prestada pela Procuradoria Geral da República.

Os factos remontam aos dias 30 e 31 de janeiro e 1 de fevereiro deste ano. Os arguidos são suspeitos de, agindo de forma concertada, terem transportado o ofendido desde a Amadora até ao Vale da Amoreira, na Moita, residência de um dos arguidos.

Uma vez aí, a vítima foi mantida privada de liberdade durante mais de 48 horas, sem comida e água e sendo agredida com murros e pontapés em várias partes do corpo.

O ofendido só foi libertado pelas 22H30 do dia 1 de fevereiro de 2019, mediante o pagamento de um resgate de 2800 euros, enviados da Guiné-Bissau pelo seu pai, conforme foi exigido pelos arguidos.

A investigação é dirigida pelo Ministério Público da Moita do DIAP da Comarca de Lisboa com a coadjuvação da PJ de Setúbal.

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