Parceiros
Atualidade

Primeiros quatro meses do ano registaram menos acidentes, menos vítimas e menos feridos do que em pré-pandemia da Covid-19

Abril foi o mês com maior número de acidentes e feridos registados


Foi divulgado pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) esta sexta-feira, 29 de Julho, o relatório referente a sinistralidade rodoviária relativa aos primeiros quatro meses de 2022.

De acordo com este relatório, até abril foram registados no Continente e nas Regiões Autónomas 9.618 acidentes com vítimas, 132 vítimas mortais, 689 feridos graves e 11.137 feridos ligeiros.

Comparativamente ao mesmo período do ano passado, nas Regiões Autónomas registaram-se menos 1.594 acidentes (-14,2%), menos 48 vítimas mortais (-26,7%), menos 30 feridos graves (-4,2%) e menos 2.353 feridos leves (-17,4%).

Em relação ao Continente, nos primeiros quatro meses de 2022 registaram-se 9.204 acidentes com vítimas, dos quais resultaram 130 vítimas mortais, 636 feridos graves e 10.701 feridos leves.

ANSR destaca que comparativamente com 2019, “ano que a Comissão Europeia considerou como o ano base de referência para efeitos da avaliação da evolução da sinistralidade rodoviária durante a presente década” todos os principais indicadores de sinistralidade apresentaram reduções: menos 14,2% de acidentes, menos 12,8% de vítimas mortais, menos 0,9% nos feridos graves e menos 17,4% nos feridos leves.

Abril foi o mês com maior número de acidentes e feridos registados. Janeiros foi o mês em que morreram mais pessoas nas estradas portuguesas (40). A maior parte dos acidentes ocorreu às sextas-feiras e no período da tarde (entre as 12h e 18h). A esmagadora maioria dos sinistros continua a ocorrer quando está bom tempo e dentro das localidades.


Sabia que o Diário do Distrito também já está no Telegram? Subscreva o canal.
Já viu os nossos novos vídeos/reportagens em parceria com a CNN no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!
Siga-nos na nossa página no Facebook! Veja os diretos que realizamos no seu distrito
Siga-nos no Feedly, carreguem em seguir (follow)


Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.