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Primeiro-ministro afasta fusões de polícias e ‘não alimenta especulações’

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António Costa adiantou hoje que a reforma dos serviços de segurança e policiais prevê uma separação muito clara entre funções policiais, de policiamento de fronteiras e a dimensão administrativa.

O primeiro-ministro falava em conferência de imprensa, no final de uma reunião da equipa coordenadora do Plano de Recuperação e Resiliência, que decorreu em São Bento, depois de questionado sobre a possibilidade de haver extinções e fusões de polícias

«O Governo tem uma orientação geral sobre a projetada reforma dos serviços de segurança e policiais» referiu Costa, e adiantou que nas próximas semanas haverá desenvolvimentos, mas afastou o cenário de fusões de polícias.

«Não quero alimentar especulações. Sobre a reforma do sistema policial, esse é um trabalho que será executado. Não estão neste momento decisões finais tomadas, há uma orientação geral definida e não passa seguramente por fusões de polícias.»

Perante os jornalistas, o líder do executivo citou o Programa do Governo em matéria de reforma de polícia de estrangeiros.

«Essa reforma tem vindo a ser preparada e vai ser executada nos termos em que está prevista no Programa do Governo.»

De acordo com António Costa, está previsto que, nas próximas semanas, haja um desenvolvimento daquilo que está inscrito no Programa do Governo, que prevê uma separação muito clara entre funções policiais, de policiamento de fronteiras, e a dimensão administrativa de relacionamento com os estrangeiros residentes em Portugal.


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