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Primeira-dama francesa leva à justiça acusações de que é uma mulher transgénero

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Brigitte Macron, primeira-dama francesa, iniciou uma série de ações civis e criminais contra duas mulheres acusadas de espalharem notícias falsas nas quais alegam que a mulher de Emmanuel Macron é transgénero.

A informação foi avançada pelo canal de televisão M6 e confirmada ontem pelo advogado de Brigitte Macron à agência France Presse (AFP), citada pela agência Lusa.

Os três filhos de Brigitte Macron e o irmão, Jean-Michel Trogneux, aderiram a esta ação legal “por invasão de privacidade, violação de direitos de personalidade e violação de direitos de imagem” , segundo o advogado da primeira-dama.

As publicações foram surgindo nas redes sociais afirmando que Brigitte Macron, nascida em Trogneux, era na realidade uma mulher transgénero, com nome de nascimento Jean-Michel.

A falsa notícia teve maior repercussão a partir de meados de outubro, quando foi veiculada numa revista de extrema-direita.

Esta não é a primeira vez que o casal Macron é alvo de rumores sobre género ou orientação sexual.

Durante a campanha presidencial de 2017, Emmanuel Macron teve que negar as alegações sobre a sua suposta homossexualidade.

Várias mulheres na política já foram afetadas por falsas alegações homofóbicas, como a ex-primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, a atual vice-presidente norte-americana, Kamala Harris, ou a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern


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