Política

PPM apela ao adiamento das eleições presidenciais e garante que Constituição o permite

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O Partido Popular Monárquico – PPM apela a que as eleições Presidenciais marcadas para 24 de Janeiro sejam adiadas para «uma altura em que não representem um perigo de saúde pública».

Em nota de imprensa enviada às redações, o presidente do PPM, Gonçalo da Câmara Pereira reafirma «aquilo que já tinha dito em Novembro, quando dissemos que não estavam reunidas condições para uma campanha livre e democrática e, muito menos, um acto eleitoral com a ida da população às urnas de voto».

Para o PPM a medida justifica-se «agora que os números de contaminação de COVID-19 ultrapassaram os 10 mil casos diários e o governo prepara-se para repetir as medidas de confinamento de Abril de 2020, mais razão temos ao fazer este apelo».

E apresenta como argumento que «não se pode pedir o sacrifício económico e social a uma população cada vez mais penalizada sem dar um exemplo sério e concreto por parte da classe política.

Ao insistirem em manter a data das eleições para 24 de Janeiro, acaba-se por potenciar um voto de protesto que acabará por minar a Democracia nacional.

O recente exemplo que nos chegou dos EUA demonstra bem como a Democracia é cada vez mais frágil e o risco de uma Ditadura é real.»

Gonçalo da Câmara Pereira garante também que «a actual Constituição permite este adiamento e manter o normal funcionamento das instituições do Estado, que em nada serão prejudicadas.

Esta medida será apenas coerente com todas as excepções pedidas para o dia-a-dia de milhares de Portugueses. Haja apenas coragem de a reconhecer e de a tomar.»

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