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POLÍTICA – Eleito do CDS-PP-Seixal exige pedido de desculpas da autarquia por negócio ruinoso

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O eleito na Assembleia Municipal pelo CDS-PP Seixal, João Rebelo, exige um pedido de desculpas da Câmara Municipal por negócio ruinoso, refere o comunicado enviado ao Diário do Distrito.

«Na Assembleia Municipal do Seixal realizada nos dias 10 e 11 de Setembro, foi discutido entre outros assuntos a compra do edifício dos Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal, onde o eleito do CDS-PP, João Rebelo, referiu que “faltou na intervenção do Presidente da Câmara o mais importante e o mais digno: pedir desculpas, em nome da CDU, à população do Seixal pela decisão ruinosa de arrendar o edifício dos Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal”.»

No seguimento da votação, o deputado municipal do CDS-PP justifica «o voto a favor desta compra uma vez que quanto mais robusta for a posição da AM Seixal, melhor é para que o Tribunal de Contas perceba que é uma solução que merece consenso tanto à esquerda como à direita” e “dá mais força na negociação que tivermos com a banca”.»

Outro aspeto referido pelo eleito é que «em 2006 havia outra solução e claro que esta solução foi a menos inteligente e a que maior prejuízo trouxe ao erário público e é uma análise que é clara.”

E terminou desta forma: “finalmente nunca me passaria pela cabeça que esta maioria, o Senhor Presidente da Câmara, o Senhor Presidente Assembleia Municipal se tornariam todos cavaquistas porque o Tribunal de Contas passou a ser a força de bloqueio em relação a tudo de bom que esta maioria da CDU faz aqui, se estão recordados foi uma frase muitas vezes proferida pelo antigo Primeiro-ministro, que o Tribunal de contas punha em causa muitas das decisões do Governo. Agora vejam bem, que a CDU está a utilizar a mesma narrativa para criticar o Tribunal de Contas.”»

Na Assembleia Municipal foi também votada a tomada de posição relativa relativamente à não aceitação da descentralização de competências, «que o CDS-PP votou a favor, uma vez que “sempre concordou com a descentralização e o municipalismo, somos contra a regionalização e nos vários Governos onde fizemos parte fizemos isso, temos leis que foram aprovadas nesses Governos onde estivemos coligados com o Partido Social Democrata, por isso não recebemos lições do Partido Socialista sobre isso.

Sobre esta lei que nos obriga a discutir, por precaução a CMS quer que uma deliberação seja tomada e nós concordamos com essa proposta. É melhor por precaução ter esta decisão que depois acontecer toda a gente se ter enganado sobre os efeitos de não tomar posição.

Há muitas câmaras no Alentejo que estão a tomar decisões com a ajuda de autarcas do Partido Socialista em não aceitar esta mudança de política, também há autarcas socialistas a aceitar como também há autarcas socialistas que pediram o adiamento.

Não é claro para ninguém que o Partido Socialista tenha nesta matéria a mesma posição sobre tudo isto. O que aconteceu com esta lei: a discussão que aconteceu no Parlamento foi lamentável, depois de meses a fio em que não se discutiu rigorosamente nada, de repente os partidos são confrontados com a votação a correr sob um nublosa total muito pouco transparente e democrática que levou a que fosse aprovada na última semana da última sessão legislativa.

Os municípios foram confrontados em terem de se pronunciar até um mês depois da publicação, ou seja, foi publicada a 15 de agosto, um mês depois em pleno mês de férias forçava essa mesma discussão. Depois entramos nas confusões habituais dos governos do Partido Socialista: não estão prontas as leis setoriais sobre esta matéria.”»


SONDAGEM: Qual o seu sentido de voto nas próximas eleições legislativas a realizar no dia 30 de janeiro.
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