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Polícias contra cartoon de suplemento do ‘Público’

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O Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública‎ manifestou-se hoje contra a capa do suplemento semanal do jornal ‘Público’, uma publicação satírica semanal intitulada ‘Inimigo Público’.

Em causa está a imagem de um boneco com farda da PSP que acompanha a manifestação ‘racista’, em que o desenho tem ainda um bastão e um archote na mão.

Para o Sindicato da PSP «a liberdade de imprensa tem necessariamente limites… os profissionais desta força de segurança, são homens e mulheres formados para ultrapassar ideologias de racismo, para ultrapassar as situações diárias com isenção e com a isenção necessária para não criar estereótipos ou alimentar novos paradigmas de racismo que muitos teimam em implementar na nossa sociedade.»

O texto publicado na rede social do Facebook critica ainda que «associar uma farda da PSP (ainda que através de um cartoon mal amanhado) a movimentos extremistas, racistas ou xenófobos, é do mais baixo nível jornalístico (perdoe-me o jornalista) que tenho assistido nos últimos tempos.

Salve-se o país, as pessoas sérias e trabalhadoras, porque por este andar estamos todos a ser diariamente mutilados por “desenhadores” que só por maldade e vontade de destruir, todos os dias nos tiram um pedaço da nossa dignidade profissional.»

Movimento Zero exige ‘cabal pedido de desculpa’

O MOVIMENTO ZERO já deixou uma mensagem também na sua página do Facebook no qual exige «um cabal pedido de desculpa ao diretor do Inimigo Público, Luís Pedro Nunes a par da repudiante conivência do Jornal Público, pela figuração publicada no referido jornal a 14 de Agosto de 2020, na qual se pretende dar a entender a inclusão de Polícias no manifesto (a nosso ver, todo ele encenado por evidentes interesses políticos!) alusivo à parada Ku Klux Klan que ocorreu à porta do SOS RACISMO».

Para o Movimento que representa muitos elementos das forças de autoridades «é lastimável o ponto ao qual chegou o desrespeito pelas Forças de Segurança» e exige «grande firmeza e de extrema cooperação ao Sr. Diretor Nacional da PSP e ao Sr. Comandante Geral da GNR, a fim de conjuntamente exigirem junto dos responsáveis primários, o término desta escalada de desrespeito que evidentemente quer-se impor e que, a pouco e pouco (a par de tantas outras matérias) pretendem instrumentalizar os Portugueses».

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