Atualidade

Plataforma da DGS permite registo de casos de Mutilação Genital Feminina

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) assinalou o Dia de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina (MGF), sensibilizando profissionais de saúde para a importância dos registos de casos de MGF na plataforma ‘Registo de Saúde Eletrónico (RSE– AP)’.

Para os dados clínicos da mutilação genital feminina foi criado um separador individualizado na plataforma Registo de Saúde Eletrónico (RSE – AP) onde é possível registar, para cada mulher submetida ao corte, informação considerada relevante para melhorar o conhecimento do fenómeno em Portugal. 

A utilização da plataforma SER – AP na prática clínica da abordagem a mulheres sujeitas a mutilação genital feminina funciona como um guia orientador da entrevista para profissionais de saúde.

A prática da MGF constitui uma grave violação dos direitos das meninas e das mulheres, sendo condenada em diversos tratados e convenções internacionais, ratificadas por Portugal. 

«É muito importante que os/as profissionais de saúde saibam identificar as situações de Mutilação Genital Feminina e que introduzam os registos dos seus achados na plataforma. Conhecer cada vez mais a realidade do fenómeno em Portugal é fundamental para melhorar o apoio às mulheres e meninas submetidas à prática ou que estão em risco de o ser, promovendo estratégias eficazes para a erradicação do fenómeno.» 

Este sábado teve lugar o 6.º Encontro Regional para a Intervenção Integrada pelo Fim da Mutilação Genital Feminina (MGF), que decorreu no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.


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