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Pipoca ainda não desistiu do marido e admite: “Não é uma porta fechada”

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Ana Garcia Martins, a Pipoca Mais Doce, foi a convidada de ontem, de Manuel Luís Goucha, no programa ‘Goucha’, na TVI, onde falou sobre a separação de Ricardo Martins Pereira.

“As pessoas querem respostas por ser figura pública, e às vezes nós próprios não temos respostas. Eu própria ainda não tenho definido em mim. Estou mais vulnerável após a separação porque fragiliza uma família. Encarei como um falhanço [o fim do casamento] enquanto projeto porque me casei a achar que era para a vida. Mas não é uma porta fechada”, contou.

Admitindo que há espaço para a reconciliação da sua parte: “O Ricardo é uma das pessoas mais importantes da minha vida, o que mais me ajudou e o meu melhor amigo. Ele faz parte da minha família e estamos a falar de um processo que não sabemos como vai acabar. A nossa relação não terminou por falta de amor. Assumo a minha quota de culpa. Foi oano em que mais trabalhei. Foi muito exigente e descurei muita coisa que é o que sustenta uma relação. Achámos que era o que fazia mais sentido estar separados, mas sei que não deixou de haver amor”.

As crianças reagiram bem à separação: “O Mateus reagiu bem [à separação] porque continua a ver os pais juntos. O Ricardo é um super pai. Jantamos várias vezes juntos. O futuro desta relação não é uma porta fechada. Pode ser um afastamento definitivo, como não ser. Gostava de voltar a ter a minha família reunida”.

A ex-comentadora do ‘Big Brother’, da TVI, ainda ama o ex-marido: “Dificilmente vou ter alguém que goste tanto de mim, como vai ser difícil eu gostar de alguém como gosto dele. Vamos ver com o tempo. O tempo é um grande aliado”.

A peregrinação a Fátima foi tema e garante que: “Nunca fui com nenhum pedido especial. É uma experiência avassaladora chegar ao Santuário. É uma viagem mais mental do que física. Este ano foi o ano em que senti mais necessidade de ir. Sou uma Ana mais vulnerável, fui mais despida, exposta pelo processo que estou a passar. Foi mais uma peregrinação do que caminhada. Vim com respostas. Estou mais apaziguada”.

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