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Perseguições que marcaram famosos em Portugal

O caso de Clara de Sousa, jornalista da SIC é mais um dos casos de perseguição que figuras públicas estão sujeitas e muitas delas acabam com a condenação em tribunal dos perseguidores. Muitos deles são pessoas com fixação na personalidade que perseguem anos e anos.

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Clara de Sousa, jornalista da SIC tem vivido meses complicados que acabaram na detenção de uma mulher de 39 anos que ameaçou a jornalista três meses consecutivos. Este não é o primeiro caso de figuras públicas que passam por momentos de terror provocados por quem as persegue.

Vários são os casos que chegam à opinião pública e que também são do conhecimento das autoridades, António Manuel Ribeiro, vocalista da Banda UHF, foi uma dessas figuras públicas que durante seis anos tem a sua vida privada ameaçada. O vocalista dos UHF era perseguido por Ana Cristina Fernandes, que foi condenada judicialmente por duas vezes. A mulher que perseguiu António Ribeiro foi condena a dois anos de prisão com pena suspensa e uma multa de 15 mil euros, condenação essa num primeiro processo.

O vocalista que pensava que ficasse tudo mais calmo, mais tarde viria a ser perseguido pela mesma mulher que voltou a ser condenada em tribunal e condenada a pagar 25 mil euros.

Este não é um caso isolado, já a cantora Bárbara Bandeira, filha do cantor Rui Bandeira, chegou mesmo a contratar um segurança pessoal, foi em 2019, quando Bárbara Bandeira com 18 anos, começou a ser vítima de ‘stalking’ nas redes sociais. O caso chegou às autoridades que identificaram o agressor, um jovem com cerca de 20 anos. O crime praticado foi o envio de mensagens pelas redes sociais à cantora, o teor era perturbador o que colmatou no reforço da sua segurança.

Já em janeiro de 2020, outro caso que foi conhecido pela opinião pública, foi o de Joana Cruz, radialista nas manhãs da RFM, a profissional começou a receber ameaças, perseguições, injúrias e até difamações. O caso chegou às autoridades que identificaram o autor das mesmas, um técnico comercial, de 43 anos, que praticou esses crimes contra a radialista e ao seu marido na altura, o músico Alberto Índio. O tribunal julgou o indivíduo e aplicou-lhe a pena de cinco anos de prisão.

Patrícia Tavares foi também uma das vítimas de um fã, a atriz viveu momentos de terror. Nuno Simões era obcecado pela atriz, mas nunca foi correspondido porque nem era das convivências de Patrícia Tavares, o homem começou por perseguir a atriz, depois começou o assédio e por fim as ameaças.

Patrícia Tavares viveu momentos de medo e de terror, na altura pouco saía de casa e quando saía o sentimento de medo instalava-se.

Em 2011, Nuno Simões foi levado a tribunal e condenado a pagar uma multa de 2.750 euros e uma indemnização de sete mil euros à atriz. Depois do processo encerrar e o fã ser condenado, Patrícia reconheceu ter vivido momentos traumatizantes e de terror.

O último caso tornado público é de Clara Sousa que viveu momento de pânico e medo com a mulher que agora está proibida de se aproximar da vítima.


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