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Pedido do Novo Banco será ‘devidamente avaliado’ afirma António Costa

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O primeiro-ministro já reagiu ao pedido de injeção de capital de 598,3 milhões de euros que o Novo Banco quer fazer ao Fundo de Resolução, e considera que este «ultrapassa manifestamente a avaliação das necessidades».

No final da visita ao pavilhão multiusos de Odivelas onde decorre a vacinação de professores e não docentes este fim-de-semana, António Costa disse aos jornalistas que o pedido de auxílio terá de ser avaliado.

«É um pedido que será devidamente apreciado como o MInistério das Finanças ontem já disse. Manifestamente ultrapassa a avliação que se faz sobre as necessidades e aquilo que é devido. Mas isso é outro filme.»

Na sexta-feita, o Novo Banco registou um prejuízo de 1.329,3 milhões no ano passado, indicam os resultados divulgados esta sexta-feira pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o que representa um agravamento face aos 1.058,8 registados em 2019, embora garantam que o banco irá começar a apresentar lucros já no primeiro semestre deste ano.

O PCP considerou este sábado o pedido do Novo Banco como uma «afronta aos milhares de portugueses em dificuldades económicas.

Não podemos aceitar uma situação em que o Estado paga, mas quem gere e fica com os lucros é o privado» referiu o deputado comunista Duarte Alves em declarações à imprensa.

O deputado reafirmou a posição do PCP de que o Novo Banco «não pode continuar a ser um buraco sem fundo e deve ser nacionalizado» e rejeita qualquer verba que seja entregue ao NovoBanco «continuando assim a sangria de fundos públicos».

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