Política

PDR exige demissão do Ministro da Administração Interna por “incompetência grosseira”

O PDR emitiu um comunicado onde exige a demissão imediata do Ministro da Administração Interna (MAI), Eduardo Cabrita.

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O PDR emitiu um comunicado onde exige a demissão imediata do Ministro da Administração Interna (MAI), Eduardo Cabrita, “o qual, depois do caso do SEF no aeroporto, observa agora a GNR a  ordenar encerrar postos devido a medo de represálias”.

Na nota que o Diário do Distrito teve acesso, o PDR refere que Eduardo Cabrita “tem prejudicado as forças policiais e mostrado uma incompetência grosseira para continuar no cargo que ocupa.

Esta posição surge na sequência de um mandato desastroso e após o caso do SEF em que, no aeroporto, morreu um cidadão Ucraniano e depois de ontem o comandante do Comando Operacional da GNR, tenente-general José Manuel Lopes dos Santos Correia, com medo de “represálias” pela morte de um indivíduo de 43 anos, numa troca de tiros com militares da GNR registada no Seixal, ter emitido uma ordem interna onde avisa que ‘os postos territoriais devem manter-se de porta fechada'”.

O presidente do PDR, Bruno Fialho, é citado no comunicado e diz que “um Ministro da Administração Interna que não tem cumprido minimamente com as suas funções e tem optado por manter as forças policiais sem as mínimas condições necessárias para que os portugueses se possam sentir seguros na rua e em casa, não pode continuar a exercer o seu cargo e o Primeiro-ministro tem o dever de demiti-lo.

Escolher um Governo onde as amizades e laços familiares são mais importantes do que a competência das pessoas não é saber governar o país, é brincar com todos os portugueses, que é o que o Primeiro-ministro tem feito nestes últimos anos e mais ainda neste período de pandemia”, sublinhou.

Bruno Fialho acrescenta ainda que “um país onde os ataques violentos que são perpetuados contra as forças policiais não são condenados com prisão efetiva, caminha para o abismo da anarquia ou da impunidade dos criminosos, isso tem de mudar rapidamente.

Também é inadmissível que certos partidos imputem os erros de um ou vários agentes a todos os agentes das forças policiais e às instituições, apenas para garantir os votos de quem não sabe viver em sociedade, pois erros existem em qualquer profissão, e acusar as instituições de forma infundada retira-lhes a força necessária para que a segurança dos cidadãos seja garantida”concluiu.

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