Política

PDR condena palavras “criminosas” de António Costa

O Partido Democrático Republicano condenou as palavras "inaceitáveis e até criminosas" de António Costa, depois do vídeo divulgado nas redes sociais.

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O Partido Democrático Republicano condenou as palavras “inaceitáveis e até criminosas” de António Costa, depois do vídeo divulgado nas redes sociais. No comunicado a que o Diário do Distrito teve acesso, o Partido manifesta-se da seguinte forma:

“O Partido Democrático Republicano (PDR) condena veementemente as recentes declarações de António Costa ao apelidar de “gajos cobardes” os médicos que alegadamente se recusaram a prestar cuidados no lar de Reguengos de Monsaraz devido às péssimas condições daquela instituição.

O partido considera inaceitáveis e até criminosas as palavras do Primeiro-Ministro, considerando que se exige um pedido de desculpas imediato aos médicos e a todo o país”, pode ler-se.

O PDR sublinha que esta é uma “atitude usual com que o Primeiro-Ministro nos tem brindado ao longo do seu mandato quando é contrariado ou confrontado com os problemas do país, pelo que as suas declarações não foram apenas um ataque à classe médica como também a todos os portugueses”-

O presidente do PDR, Bruno Fialho, questiona: “Um Primeiro-Ministro tem de ser um verdadeiro chefe de Governo e, independentemente de estar em off, não pode comportar-se desta maneira, pois deve ser um exemplo para os portugueses. Que tipo de mensagem é que passamos aos nossos cidadãos com este tipo de postura?

Será esta uma confirmação do laxismo e da falta de pudor a que este Governo já nos habituou, tais como as invulgares nomeações de familiares sem qualquer competência técnica para cargos políticos ou a vontade ideológica de acabar com os chumbos no ensino escolar básico?”.

O lider do partido afirma ainda que “o facto de ser em off, na minha opinião, é indiferente, pois sou um defensor de que todas as provas obtidas licita ou ilicitamente, desde que não o tenham sido através do uso da força ou coacção, devem ser admitidas em Tribunal. Não podemos continuar a privilegiar os infractores em detrimento das vítimas ou da verdade”.

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