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PCP apela à adesão na Festa do Avante como resposta às críticas e queixa-se da DGS

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O  PCP queixou-se do parecer da DGS sobre a realização da Festa do Avante e num comunicado enviado às redações diz que “contém em vários domínios graus de exigência maiores relativamente à Festa do que tem estabelecido para outras iniciativas”.

O partido comunista compara o parecer da DGS à Festa do Avante com outros eventos e queixa-se normas são mais apertadas, “particularmente na capacidade e lotação de recintos e espaços fixados” do que as dadas a eventos anteriores e “contrastam seja com os espectáculos que se estão a realizar no país, seja com as feiras do livro actualmente a decorrer em Lisboa e no Porto”.

O PCP apela à mobilização e à presença na Festa do Avante, como sinal de “resistência”, por considerar que “estão preenchidas condições de segurança iguais ou superiores àquelas que se dispõem na frequência das praias, nos numerosos espectáculos e festivais que se realizam pelo país ou simplesmente nas idas a centros comerciais”.

Relativamente às críticas que se têm feito sentir em relação ao evento, para o PCP são um ataque aos direitos dos trabalhadores e “a dimensão da ofensiva exige resposta” “de todos aqueles que prezam os valores democráticos” com a presença no evento “em particular no comício de domingo, fazendo dessa presença uma afirmação de liberdade e um acto de resistência e luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e do povo”. 

Apesar de sentir que a DGS está a ser mais exigente com o PCP do que com outros eventos de natureza similar em adesão e aglomerado de pessoas, o partido indica que “sem prejuízo do registo de recomendações que se acolherão, em função da avaliação concreta do Plano de Contingência apresentado pelo PCP (que ainda hoje será divulgado), este preenche e respeita o conjunto de normas em vigor”.

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